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Qualidade de Vida

Por que a vitamina D não é uma vitamina e qual a importância disso para a sua saúde?

Atuando como uma verdadeira aliada da saúde dos ossos, a vitamina D é um dos nutrientes mais importantes para manter a qualidade de vida em todas as idades.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, metade da população

mundial sofre com a deficiência de Vitamina D.

E a falta dessa vitamina pode implicar em diversos sintomas como sensação de fraqueza, mal-estar e casos em que o paciente chega a desenvolver doenças mais preocupantes, como a osteoporose, o raquitismo e problemas na estrutura óssea no geral.
Isso se deve ao fato do nosso organismo trabalhar como um “exército”, sempre a postos para combater o mal e trabalhar dia e noite a fim de garantir nossa integridade física e mental. E para que esses pequenos “soldados”, chamados células, possam exercer suas funções, eles precisam do auxílio de outras substâncias. Dentre elas, a Vitamina D.

Precursora de diversos debates e discussões, a vitamina D tem ganhado cada vez mais espaço nas pesquisas dos estudiosos e é destacada como atuante no cuidado com a saúde e qualidade de vida.

Ao contrário do que muita gente pensa, a vitamina D não é uma vitamina!

Para começarmos a falar sobre o assunto, é preciso desmistificar esse que é um dos principais enganos sobre a vitamina D: o de que ela não é uma vitamina propriamente dita. Apesar do nome popular, ela é considerada um pré-hormônio. 

O que isso significa? Significa que a Vitamina D é uma molécula que pode ser fabricada pelo sistema endócrino ou por neurônios, somente sendo liberada e ativada por nosso organismo quando recebemos luz solar.

É ela a principal responsável para que os nossos ossos absorvam o cálcio que ingerimos, caso contrário, nem a melhor das dietas surtiria efeito e todo o cálcio ingerido se perderia sem cumprir sua função. 15 a 20 minutos diários, até às 10h de Sol nos braços e/ou nas pernas já é o suficiente para a ativação da Vitamina D. O que pode ser feito enquanto nos dirigimos ao trabalho, fazemos uma caminhada ou simplesmente paramos um pouco pra isso.

Além disso, a vitamina D pode ser encontrada em duas fórmulas diferentes, porém, que agem igualmente em nosso organismo:

  • Vitamina D3 ou Colecalciferol: encontrada em fontes de origem animal, também pode ser sintetizada na nossa pele pela ação dos raios ultravioleta B (UVB) provenientes da luz solar;
  • Vitamina D2 ou Ergocalciferol: pode ser obtida a partir de fungos e plantas.

Também chamada calciferol, o nutriente é responsável por promover a absorção do cálcio pelo organismo, contribuindo para a boa saúde do sistema imunológico, ósseo e muscular, além de manter o bom funcionamento do coração e do cérebro.

Como a vitamina D age no nosso organismo?
Seja como Colecalciferol ou Ergocalciferol, as duas formas da Vitamina D, quando ingeridas ou sintetizadas, ainda se encontram inativas. E é justamente aí que a mágica acontece. Veja o esqueminha a seguir:

Principais fontes naturais de vitamina D


1- Sol
Como já adiantamos mais acima, é impossível falar sobre Vitamina D sem citar nossa grande estrela: o Sol. Nos seres humanos, cerca de 80% da Vitamina D presente no corpo provém da exposição aos raios solares UVB. E a porcentagem pode ser ainda maior.

Fatores como exposição reduzida aos raios UVB, o aumento da pigmentação da pele, uso de filtros solares e o ângulo da luz solar que atinge a superfície da Terra, interferem na quantidade de Vitamina D sintetizada através da pele. A quantidade de nutriente recebido por meio do Sol pode ser ser de até 90% a 95%.


Recomendações para a exposição ao sol

– O ideal é que a exposição dure de 15 a 20 minutos e seja diária;

– O melhor horário é no início da manhã, até às 10h, e no final da tarde, após às 16h;

– Um protetor solar fator 8 tem capacidade de inibir em 95% a retenção da Vitamina D, mais do que isso praticamente anula a produção da substância, mas ATENÇÃO! Depois de passados 20 minutos de exposição ao sol, é necessário o uso de protetor para evitar o câncer de pele, o rosto deve estar sempre protegido;

– A quantidade de vitamina absorvida é proporcional a quantidade de pele exposta, portanto, o ideal é tomar sol com trajes de banho, mas como nem sempre é possível, caminhar com braços e pernas expostos já é uma ótima maneira de ajudar;

– Quanto maior o índice de melanina, maior também será a necessidade de exposição para que a vitamina seja sintetizada.

2-Alimentos


A Vitamina D também pode ser encontrada na natureza, por meio de alimentos de origem animal ou vegetal. Contudo, a ingestão do nutriente apenas através da alimentação não é suficiente, levando em conta que até mesmo os alimentos com as maiores quantidades da substância, ainda contam com uma porcentagem muito pequena da necessidade diária de vitamina D. Sendo assim, a exposição ao Sol ainda é essencial e a maneira mais assertiva de

evitar a carência da substância no organismo.
Confira a tabela com os principais alimentos e seu índice de Vitamina D por porção:

Saiba como a suplementação vitamínica também pode te ajudar

Mesmo sendo facilmente encontrada na natureza e absorvida por nosso corpo, existem casos em que as maneiras naturais de obter Vitamina D não surtem o efeito esperado e a suplementação vitamínica se faz necessária.

A reposição pode ser feita com gotas ou comprimidos e, em casos de impossibilidade por via oral ou em que os níveis de vitamina precisam ser elevados rapidamente, pode ser realizada de forma injetável.


ATENÇÃO! MALACAL ADVERTE:

NÃO pratique automedicação ou interrompa o uso de um medicamento sem

consultar um médico. Somente ele poderá prescrever um

tratamento, dosagem e duração adequada ao seu caso.

Ao persistirem os sintomas, procure orientação médica ou farmacêutica. Leia a bula.

A insuficiência de vitamina D e seus malefícios


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), metade da população mundial tem quantidades insuficientes de Vitamina D no organismo, um dos  micronutrientes essenciais à saúde dos ossos.

Isso porque a Vitamina D é a grande responsável por metabolizar o cálcio e o fósforo no nosso organismo, substâncias essas que garantem a força da estrutura óssea. Então, com o baixo nível de vitamina D, o corpo fica mais suscetível a problemas musculoesqueléticos como raquitismo, osteoporose e perda de massa óssea.


Os principais sintomas relacionados à hipovitaminose D são:

• Fraqueza nos ossos, especialmente coluna, quadril e pernas

• Dor nos músculos

• Sensação de fadiga, fraqueza e mal estar

• Dor nos ossos e espasmos musculares

• Retardo do crescimento nas crianças

• Alargamento das extremidades dos ossos da perna e dos braços

• Atraso no nascimento dos dentes na infância e surgimento de cáries desde

cedo

• Osteoporose e osteomalácia em adultos

Ademais, doenças infecciosas, diabetes, doenças degenerativas e autoimunes, complicações na gravidez, depressão, Alzheimer e demência estão relacionadas à falta de Vitamina D.


Vitamina D como aliada da saúde óssea

Exercendo um importante papel no processo de fixação, regulação e absorção do cálcio e do fósforo pelo nosso organismo, vimos como a vitamina D funciona como uma verdadeira aliada da saúde óssea em todas as idades, assim como o sistema imunológico, contribuindo para um envelhecimento saudável e a prevenção de várias doenças ósseas.
Malacal é um suplemento vitamínico e mineral que contém cálcio e vitamina D em sua fórmula e foi desenvolvido para suprir as necessidades diárias do organismo de homens e mulheres, estimulando a reabsorção óssea e reduzindo o risco de fraturas. Quem suplementa tem mais qualidade de vida.

Antes de ir, considere ler outros artigos do nosso blog! Esperamos que você goste tanto de lê-los quanto gostamos de escrevê-los.

Até a próxima!

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Qualidade de Vida

22 DICAS PARA UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL EM 2022

Nada como começar o ano com novos hábitos. Veja 22 dicas que, sem dúvidas, irão garantir saúde e qualidade de vida em 2022

Um novo ano representa 365 novas chances de fazer escolhas melhores, todos os dias, em todas as áreas da vida. 

É claro que sempre é tempo de adotar novos hábitos, independente do dia ou mês.  Mas, como sabemos, muitas pessoas costumam traçar novas metas e adotam a simbologia de um novo ano como um novo começo.

E, com o intuito de ajudar a você que quer dar o primeiro passo para ter uma vida mais saudável em 2022, separamos 22 dicas que te ajudarão nessa missão. Confira!

1. Diminua o consumo de alimentos prejudiciais

Não poderíamos deixar de começar pela alimentação.  A comida é nossa principal fonte de energia e uma das principais responsáveis pela saúde do corpo humano. Por isso, a atenção para o que você come no dia-a-dia deve ser redobrada. 

Não falamos de dietas restritivas e nem de deixar de comer o que você aprecia em momentos especiais. No entanto, é preciso ter cuidado com os excessos. 

  • Reduza o sal e açúcar da sua dieta; A OMS recomenda em média 5g de sal e 50g de açúcar por dia, para uma pessoa adulta;
  • Diminua a quantidade de gorduras da sua dieta e opte pelas gorduras insaturadas (encontradas em alimentos como abacate, peixes, soja) às trans e saturadas;
  • Coloque na sua dieta diária frutas, legumes, verduras e alimentos in natura. 

2. Beba a quantidade certa de água

Ok. Você com certeza já sabe que precisa beber água. Mas, poucas pessoas sabem quanto exatamente consumir do líquido essencial para saúde e responsável pelo bom funcionamento de muitos processos do seu organismo. 

Muito se fala em “2L por dia”. É uma boa média, no entanto, a quantidade de água que você deve tomar, varia de acordo com seu peso. Então, é só fazer uma simples conta:

Seu peso em kg X 35ml

Pronto! O resultado em ml é o quanto de água deve beber por dia. 

3. Mexa-se!

Musculação, ginástica, esportes no geral, etc. são ótimas opções de exercícios, e se você já faz ou pensa em começar, isso será muito bom para sua saúde.

Mas saiba que atividades físicas são qualquer tipo de movimento no dia-a-dia que te fazem gastar energia. Caminhada, brincar com as crianças e cachorros, subir escadas, limpar a casa… são todas atividades simples, mas que te ajudam a ter uma vida menos sedentária.

A OMS recomenda que adultos de 18 a 64 anos pratiquem pelo menos 150 minutos de atividade física de intensidade moderada durante a semana. Que tal começar pelo básico?

4. Cuide da Saúde Mental

Mente sã, corpo são. Cuidar da sua saúde mental é essencial para levar uma vida mais saudável. Amigos e familiares podem ajudar, mas opte sempre por ajuda profissional. 

A psicoterapia é indicada para todas as pessoas em todas as fases da vida. Ela ajuda tanto no autoconhecimento e na resolução de problemas diários como em identificar e tratar doenças psicológicas, além de encaminhar para um(a) psiquiatra se for o caso. 

5. Pratique Meditação 

Ainda sobre saúde mental, a meditação é grande aliada do bem-estar e pode ser benéfica em diversos aspectos como diminuir o estresse, aumentar concentração, melhorar memória e até aliviar dores físicas.

Para começar, você pode pesquisar por “Meditação Guiada” na internet e seguir vídeos e áudios que te ajudarão nessa missão. 

6. Encontre, ao menos, um hobby

Praticar atividades que nos tragam sensação de prazer ajuda na liberação de neurotransmissores como serotonina e dopamina, importantes para a sensação de bem-estar.

Os Hobbies são grandes aliados de uma vida mais leve e com menos estresse, por isso, inclua na sua rotina pelo menos um.

7. Faça um check up 

Sentir-se saudável, sem dores ou complicações, é um ótimo sinal. No entanto, existem algumas doenças que podem ser silenciosas, ou mesmo alguns sintomas podem passar despercebidos. Por isso é tão importante marcar exames de rotina e garantir que esteja realmente tudo bem com sua saúde. 

8. Coloque as vacinas em dia

Quando nascemos recebemos uma infinidade de vacinas e, ao longo da vida, devemos reforçá-las para garantir a proteção contra diversas doenças. Nos últimos tempos, com a pandemia do covid-19, podemos observar ainda mais a importância da vacinação para o bem-estar e, também, para a saúde pública.

Então, carteira de vacinação na mão e hora de colocar em dia todas as “picadinhas” que ainda não estejam. Lembrando que não tem custo nenhum e você pode tomá-las na unidade básica de saúde (UBS) ou Posto de Vacinação mais próximo de você.   

9. Mantenha os hábitos de higiene

Estamos passando por uma pandemia e, mais do que nunca, hábitos simples de higiene como manter as mãos limpas, os locais com circulação de ar e evitar sair em público quando tiver com sintomas de gripe se mostram essenciais para a saúde. Não podemos deixar de lado esses cuidados básicos, mesmo quando a pandemia acabar. 

10. Não pratique automedicação

A automedicação pode trazer complicações graves, como efeitos colaterais inesperados e resistência a remédios. Por isso, sempre que se sentir mal, procure um profissional da saúde e só faça uso de medicações quando prescritas. 

Quando os sintomas forem leves, você pode optar por medicações naturais como chás e xaropes. 

11. Durma bem

Na lista de fatores importantes para a saúde, o sono sem dúvidas está logo no começo. Isso porque é enquanto dormimos que acontecem diversos processos em nosso organismo, essenciais para manter corpo e mente saudáveis.

Sendo assim, não deixe de dormir a quantidade de horas recomendada e, claro, cuide para ter um sono de qualidade.

12. Tome Sol

Aumentar a produção de Endorfina, Vitamina D e melhorar o seu sono estão entre os benefícios do banho de Sol para a saúde. 

30 minutinhos diários de exposição ao Sol, antes das 10h manhã ou depois das 16h da tarde, são essenciais para sua qualidade de vida. Não esqueça de usar protetor solar.

13. Cuidado com o excesso de álcool

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode resultar em dependência, transtornos psicológicos e doenças como cirrose. Evite o máximo que puder e, quando consumir, que seja com moderação. 

14. Não fume

O tabagismo pode causar diversas doenças pulmonares, cardíacas e câncer, além de trazer muitas outras complicações de saúde e estéticas. Se você fuma, procure ajuda profissional e tente diminuir o uso até parar. 

Além do cigarro convencional, também é preciso ter cuidado com as outras opções como Vape e Narguilé que parecem inofensivas, no entanto, vêm se mostrando muito prejudiciais.

15. Cultive as relações sociais

Estar perto de quem amamos faz bem para o corpo e mente. Assim como manter contato com pessoas que te colocam pra baixo pode ser muito ruim para a saúde. Cultive relações com quem realmente te faz bem. 

16. Gerencie o seu tempo

Ter uma agenda equilibrada entre obrigações e descanso é essencial para uma boa qualidade de vida. Saiba dividir bem o seu tempo e elencar suas prioridades para uma rotina mais leve e saudável. 

17. Mantenha sua casa sempre limpa

Uma casa limpa e livre de poeiras, sujeiras e ácaros evita doenças do sistema respiratório e diversos tipos de alergia. Manter a casa arrumada também ajuda no bem-estar e saúde mental, além de fazer faxina ser uma ótima atividade física. 

18. Pratique o autocuidado

Acrescente na sua rotina tempo para cuidar de você. Separe um momento do dia ou da semana para pensar somente no seu bem-estar, seja fazendo alguma atividade que goste, indo até algum lugar que te faça bem ou até preparando sua refeição preferida para si. 

19. Consuma chá e especiarias

A natureza tem infinitas formas de agregar na sua qualidade de vida. Existem diversas folhas, frutos e especiarias com benefícios comprovados para a saúde do organismo. Inclua no seu dia-a-dia o hábito de tomar chás naturais dos mais diversos sabores e usar temperos que façam bem para o corpo e mente. 

20. Alongue-se

Muitas pessoas subestimam essa prática super importante. Alongar-se antes de qualquer atividade ou exercício físico, ou até mesmo se não for praticá-los, traz diversos benefícios para o corpo como aumento da flexibilidade, consciência corporal e prevenção de problemas como Tendinite e LER (lesão por esforço repetitivo).

21. Não acredite em “fórmulas mágicas” 

Na internet e no mundo real você vai se deparar com diversas “fórmulas mágicas” e “produtos milagrosos” que prometem saúde de maneira fácil e rápida. Mas a verdade é que a principal maneira de ter uma vida saudável é seguindo o passo a passo básico, um pouco a cada dia. 

22. Suplemente o que for preciso 

Por fim, claro, se seu organismo estiver com deficiência em algum nutriente, reponha-o com suplementos. Você sempre pode contar com Malacal para suprir seu Cálcio e Vitamina D. 

Agora é com você!

Sua vez de colocar em prática todas essas dicas e garantir um 2022 muito mais saudável e feliz. Nós da Malacal desejamos acompanhar você durante todo esse ano, com muitas dicas de saúde e qualidade de vida. Então, continue acompanhando nosso blog e redes sociais. 

Até a próxima!

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A importância da prática esportiva para a saúde mental

Atuando diretamente na prevenção de doenças, as atividades físicas são uma excelente forma de cuidar da mente e melhorar a disposição no dia a dia em todas as idades.

Ainda que grande parte das pessoas procure uma atividade física para “ficar em forma”, por questões estéticas, movimentar o corpo é, sem dúvidas, uma das melhores formas de garantir também saúde mental de qualidade e de combater o sedentarismo.

Com a diminuição do nível de atividade física da população mundial, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu que estamos vivendo a prevalência de estilos de vida sedentários. O que quer dizer que 

A falta de exercícios deixou de ser apenas uma questão envolvendo a estética corporal e hoje é considerada um grave problema de saúde pública, causando 2 milhões de mortes a cada ano. 


No entanto, quem opta pela mudança de estilo de vida, incluindo  a prática de exercícios físicos como rotina, pode sentir os diversos benefícios que ela proporciona para nossa saúde mental. Entre eles estão a diminuição do estresse e das tensões do dia a dia, o alívio dos sintomas de depressão em razão da liberação de endorfina, e até a redução de prejuízos cognitivos causados por doenças como Alzheimer. 


E o melhor, os esportes podem (e devem!) ser praticados por pessoas de todas as idades! Claro, sempre levando em conta os limites de cada um. 

Para quem é recomendada a prática de exercícios esportivos?

A prática de esportes é recomendada para todas as pessoas, das mais diferentes idades. O mais importante é escolher um esporte que, além de uma prática física e corporal, seja também uma fonte de lazer e diversão para quem a pratica. Vale de tudo! Vôlei, futebol, basquete, corrida, judô, ginástica, cross fit, natação… Escolha aquela que tenha mais a ver com o seu perfil e gosto, lembrando sempre de seguir a orientação de um profissional. Combinado?

Elabore um cronograma e coloque-se em movimento

Um dos principais desafios para quem deseja começar, ou mesmo voltar, à prática física é a tal da preguiça ou procrastinação. Por isso, manter a motivação é fundamental para seguir um cronograma de exercícios regulares na rotina e não fazer “corpo mole” por falta de interesse, receio de desafiar-se ou mesmo pela queda de desempenho ao longo do caminho. 


Vale engajar familiares e amigos para te acompanhar nessa e, é claro, principalmente pra rolar aquele incentivo mútuo quando alguém pensar em desistir. Mas esse também pode ser um hobby individual, um momento só seu. Outra ideia legal é estabelecer metas e objetivos previamente para deixar a atividade mais dinâmica e competitiva de forma saudável. Então, bora se colocar em movimento?

Principais benefícios do esporte para a saúde mental

Entre os principais benefícios colhidos dessa prática estão:
• Aumento na concentração;
• Maior disposição;
• Devolve o bom humor;
• Estímulo à autoconfiança;
• Melhora a sensação de qualidade de vida.

Além disso, o esporte ajuda no aumento da concentração de serotonina e endorfina, resultando em uma sensação de bem estar, na melhora da autoestima e da imagem corporal, da cognição e da função social dos praticantes. Mas a lista de benefícios não para por aí. Há também o aumento do fluxo sanguíneo cerebral e do oxigênio e outros substratos de energia que fortalecem nossa função cognitiva. E existem ainda os mecanismos indiretos dessa prática tão benéfica que contribuem com a redução da pressão arterial e dos níveis de triglicerídeos no sangue, além da inibição da agregação plaquetária. 

Já deu pra perceber que a prática esportiva é mesmo uma ferramenta poderosíssima para a promoção da nossa saúde mental, né? Fora que seu custo é muito menor se comparado a outros tratamentos e medicamentos.

Orientações para a realização da atividade esportiva

– Crianças e adolescentes podem praticar uma hora por dia de atividade física, seguindo orientações da OMS. Já na fase adulta, o mais aconselhado é praticar pelo menos de duas horas e meia a cinco horas semanais de atividade aeróbica de forma moderada ou de alta intensidade.

– Para pessoas na faixa dos 40 anos de idade, é imprescindível passar primeiro por uma avaliação médica antes de iniciar qualquer prática esportiva.

-A partir dos 65 anos ou mais, o recomendado são atividades que estimulem a coordenação motora, o fortalecimento muscular e o equilíbrio para prevenir quedas e melhorar a condição física.

Como o cálcio e a vitamina D interferem na performance esportiva?

Grande parte dos atletas e profissionais multidisciplinares desportivos sabem que a alimentação tem extrema importância para manter a saúde e maximizar os resultados.

Sendo assim, o cálcio é uns dos minerais mais importantes na dieta alimentar de atletas, sejam eles amadores ou profissionais, devido à diferentes propriedades que, além de compor boa parte da estrutura óssea, deixando-a resistente para a prática do esporte, também contribui para a contração das fibras musculares, coagulação sanguínea, transmissão dos impulsos neurais, ativação de enzimas e, ainda, da síntese de vitamina D.

Por reunir tantos benefícios, o interesse pela suplementação de cálcio e vitamina D aumentou consideravelmente entre atletas que necessitam de ambos os nutrientes para ter seu aparelho muscular em ordem e um maior desempenho nos exercícios que envolvam disciplina e metas.


Cruzando a linha de chegada


O treino de hoje tá pago e agora que sabemos o quão benéfica é a prática esportiva para a saúde mental, não dá nem pra pensar em ficar sem. Seja sozinho ou sozinha, em família, entre amigos ou colegas de treino, o negócio é se colocar em movimento pra tornar a vida mentalmente mais saudável e ao mesmo tempo prazerosa.

Até a próxima!

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Como ter tempo para melhorar a alimentação no dia a dia

Aprenda sobre a importância de separar alguns minutinhos do dia para programar suas refeições com antecedência para ter uma alimentação mais saudável e equilibrada mesmo com a correria da rotina.

Que atire a primeira pedra aquele ou aquela que nunca almoçou um sanduíche rápido ou aquele fast food chechelento em frente ao computador da mesa de trabalho. Ou ainda quem saiu do serviço morto de fome e devorou um salgadão frito no óleo vencido junto de um refrigerante de lata a caminho da faculdade.

Se identificou, né?

Ninguém está aqui para te julgar e muito menos para correr o risco de ser julgado também. Mas atitudes como essas, apesar de comuns na rotina de muita gente (quem nunca!), são extremamente prejudiciais para a nossa saúde  a longo prazo, principalmente se elas acabam se tornando mais frequentes do que desculpáveis.

O problema de alimentar-se mal  é fazer com que nosso corpo trabalhe sobrecarregado e sem os nutrientes necessários para o seu pleno funcionamento. O resultado disso?  

Irritação, dificuldade de concentração, falta de energia, cansaço e baixa imunidade. 

Sintomas que nem sempre são associados a uma alimentação deficitária e inadequada. Porém, mais cedo ou mais tarde, tendem a aparecer afetando drasticamente seu desempenho e produtividade nos afazeres do dia a dia e também sua saúde. É por isso que, mesmo com a rotina corrida, é importante (e também possível!) ter uma alimentação saudável e equilibrada. 

Como? Aprendendo a fazer as escolhas certas e também a separar alguns minutinhos para programar suas refeições com antecedência. Vem que a gente te ajuda!

Não pule o café da manhã

O café da manhã é considerado a refeição mais importante do dia. Ingerir alimentos saudáveis logo após acordar é importante para também “despertar” seu organismo, ativando o metabolismo e produzindo energia para ajudá-la a encarar os afazeres e a correria do dia. Portanto, por mais atribulada que seja sua rotina, crie o hábito de não sair de casa em jejum. Acorde alguns minutinhos mais cedo e prepare um bom café da manhã!

Dê preferência às frutas da estação, torradas integrais, cereais, sucos naturais espremidos na hora, leite desnatado, iogurte e queijos magros para manter os níveis de cálcio sempre em dia.

Faça compras de maneira consciente

Sozinha ou em família, procure transformar as compras do supermercado em uma tarefa consciente e focada para ter uma boa alimentação. Mais que ter tudo em mente, é preciso ter tudo no papel. Então, crie  uma lista para não correr o risco de esquecer nada, nem para sair comprando coisas supérfluas ou cair em tentação. Priorize alimentos frescos, saudáveis e práticos, como frutas in natura, barrinhas e frutas secas, iogurtes e cereais. 

Passe longe de alimentos ultra processados e industrializados, como nuggets, macarrão instantâneo e lasanhas congeladas. “Mas são tão práticos!”. A gente sabe, principalmente na correria, mas alimentos como esses estão cheios de conservantes e gorduras prejudiciais à saúde, sem contar a falta de nutrientes necessários para manter nosso corpo ao longo do dia.

Com a geladeira e a despensa repleta de alimentos saudáveis, é bem mais fácil manter uma rotina alimentar balanceada.

Programe seus lanches com antecedência

A premissa para ter uma alimentação saudável está em não ficar longos períodos em jejum. O recomendado é comer de três em três horas, em porções suficientes para satisfazer suas necessidades. O que evita que você fique morrendo de fome e desconte na próxima refeição, comendo mais do que deveria e fazendo escolhas menos saudáveis. 

Crie o hábito de preparar lanches saudáveis para o dia seguinte antes mesmo de dormir para otimizar seu tempo pela manhã. Um pão integral com ricota ou atum e cenoura ralada, castanhas, água de coco natural e frutas lavadas e embaladas, são opções para levar na mochila e comer durante o dia.

Cuidado também com a hora do almoço

As escolhas na hora do almoço também merecem atenção. Se você trabalha ao longo do dia e precisa almoçar na rua, dê preferência aos restaurantes por quilo que disponibilizam mais opções de comida e saladas, favorecendo escolhas mais conscientes. Quanto mais colorido for o seu prato, mais nutrientes ele conterá, o que contribui para o funcionamento correto de seu metabolismo.

Agora, se a empresa em que você trabalha tem um refeitório para que os funcionários possam fazer suas refeições, aposte na boa e velha marmita. Levar a própria comida feita em casa ajuda você a comer de maneira mais saudável e em quantidades corretas, além, é claro, de economizar uma graninha no final do mês.

Mas se a rotina for muito corrida e você não tiver tempo para cozinhar e preparar sua marmita com antecedência todas as noites, separe algumas horas para cozinhar durante o final de semana e deixe pequenas porções congeladas, suficientes para toda a semana. Uma boa dica é lavar e cortar verduras e saladas logo na volta do mercado, acondicionando-as em potes plásticos com tampa ou saquinhos com fechamento hermético na geladeira. Isso vai agilizar a montagem da sua refeição.


Pegue leve no jantar


Depois de passar o dia todo fora, é normal chegar em casa faminta e com desejo de devorar tudo o que está na geladeira. Mas o hábito de comer exageradamente à noite, principalmente alimentos que sejam gordurosos ou processados, pode não cair muito bem. Comer demais no jantar, além de deixar aquela sensação pesada e a digestão mais lenta, pode fazer com que você tenha pesadelos e insônia, prejudicando seu momento de descanso. Prefira refeições mais leves à noite, como sanduíches magros, saladas e caldos não cremosos que costumam saciar a fome e fornecem energia de maneira equilibrada e saudável, sem sobrecarregar o organismo.

Seguindo essas dicas simples você conseguirá manter sua alimentação muito mais equilibrada e saudável para realizar suas atividades com mais disposição e energia mesmo com a correria do dia a dia.

Até a próxima!

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Como encarar a rotina com mais leveza

Dicas para sair do piloto automático e não se sobrecarregar

O dia-a-dia pode se tornar cansativo quando entramos no automático ao realizar as tarefas obrigatórias. Acordar, trabalhar, cozinhar e dormir, e depois tudo de novo. Viver com essa rotina sem nos atentarmos ao nosso bem-estar pode causar uma sobrecarga que nos leva à ansiedade, desânimo e falta de energia

Se você sente que está entrando nesse loop, é hora de refletir e colocar em prática mudanças simples que podem fazer toda a diferença. Aqui vão algumas dicas para não sobrecarregar seu cotidiano:

Boas noites de sono

Uma noite bem dormida leva a um dia bem vivido. O sono é importante para o cérebro descansar e para o organismo repor todas as energias gastas, física e mentalmente falando. 

Algumas pessoas têm dificuldade para cair no sono depois de um dia agitado, mas alguns truques podem ajudar. Ler um livro, tomar uma bebida quente – de preferência sem cafeína – e criar um ambiente aconchegante e com pouca luz podem induzir o sono mais rapidamente.

Acordar da maneira correta também é importante ao se preparar para a rotina que vem a seguir. Tente colocar o despertador para tocar alguns minutinhos antes do que te deixaria atrasado, para que você possa acordar com calma. Se espreguiçar e alongar, mesmo que por dois minutos, faz com que seu corpo perceba que você está acordando e estimule os músculos a trabalhar melhor. Lembre-se de que o ideal é dormir no mínimo 8 horas para acordar revigorado, então tente adaptar-se aos poucos para conseguir dormir o tempo necessário.

Alimentação saudável

Uma alimentação balanceada é a chave para quase todos os problemas. Alimentar-se várias vezes ao dia sem pular refeições e dar mais atenção aos vegetais e alimentos nutritivos te deixará com mais disposição no dia-a-dia. Aqui temos algumas dicas de refeições práticas, saudáveis e nutritivas que podem fazer parte da sua rotina.

Experimente também coisas novas, que possam despertar seu paladar e dar sensações novas. Comer é algo prazeroso, até mesmo do ponto de vista científico. A endorfina é um hormônio presente no nosso organismo, liberada principalmente depois de atividades que estimulam o corpo, e nos dá sensação de bem-estar, bom humor e alegria. Conhecendo alimentos diferentes e até mesmo criando e reproduzindo receitas novas, você pode encontrar um universo de emoções.

Água é vida!

É claro que a hidratação não poderia ficar de fora dessa lista, ela é primordial em qualquer rotina. Você sabia que não devemos tomar água apenas quando sentimos sede? A sede é um sinal de que seu organismo já está desidratando, e isso pode alterar os níveis de energia e humor, além de atrapalhar as funções vitais e sistemas do corpo.

O ideal é ingerir de 2 a 3 litros de água por dia. Para atingir essa meta vale de tudo: programe alarmes no celular, baixe aplicativos que auxiliem, faça uma tabelinha e ande com uma garrafa de água do seu lado sempre. Aproveite esse momento e beba um copo  d’água!

Pratique exercícios e outras atividades

Assim como a alimentação, a prática de atividades que colocam o corpo em movimento libera a endorfina que nos dá a sensação de bem-estar. Sendo assim, praticar exercícios não ajuda apenas no peso ou na musculatura, mas também é um fator importante que melhora a disposição, a regulação do sono, a fadiga, o estresse e até mesmo a memória e a capacidade mental.

É importante lembrar que atividades físicas não são só aquelas que exigem muita força e treino, mas sim qualquer atividade que movimente o corpo e seja feita de maneira regular e moderada, cerca de 30 minutos por dia já é o suficiente para começar.

Além disso, práticas como ioga e meditação também são muito válidas. Essas atividades estão relacionadas ao controle da respiração e estudos comprovam que auxiliam na saúde emocional, falta de energia e disposição causados por, principalmente, estresse, ansiedade e depressão. 

Também pode ser muito motivacional separar um tempo durante a semana para realizar atividades em família, o que contribui para melhorar a relação de proximidade e torna-se um momento descontraído e confortável.

Garanta também um tempo livre para descansar a mente e o corpo. Encontre passatempos que te façam bem, como assistir a uma série, realizar atividades artísticas, ler ou até mesmo cozinhar.

Organização e planejamento

Agora que você já adicionou atividades para ocupar a mente e melhorar o bem-estar, é importante planejar sua semana para diminuir o estresse na rotina. Organizar suas principais tarefas fará com que sua cabeça não fique cheia de informações soltas e facilita a realização delas. 

Faça uma agenda física, um quadro de anotações na sua casa ou simplesmente anote no bloco de notas do celular, isso pode até se tornar prazeroso para você.  Assegure-se também de ter pequenas pausas durante o trabalho, seja para tomar um café ou bater um papo rápido com os colegas. É importante que a mente descanse um pouco entre as atividades para melhorar o rendimento e não levar ao estresse.

Seguindo essas dicas você terá uma rotina mais dinâmica e com atividades que auxiliam na qualidade de vida. No geral, todas as atividades que nos dão prazer e distraem do cansaço do dia-a-dia são válidas. Dessa forma, conseguimos pensar em um dia de cada vez e sair da mesmice, aliviando a ansiedade e desfrutando de cada pequeno momento.

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Os principais exames preventivos e sua importância para a saúde da mulher

Conheça a lista de exames preventivos que toda mulher deve fazer para garantir uma boa saúde e qualidade de vida.

Você provavelmente comete esse erro:

Esperar algo parecer errado para procurar um médico. 

Alguns dados mostram que muitas mulheres não têm o costume de realizar exames preventivos.

✓ 52%  das mulheres brasileiras não realizam papanicolau, exame ginecológico para a prevenção do câncer de colo de útero, segundo uma pesquisa da SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica).

✓ 15% das brasileiras com idade entre 40 e 69 anos nunca fizeram a mamografia, segundo o Datafolha.

✓ 20% das brasileiras não vão ao ginecologista com frequência – Federação Brasileira da Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo)

Se você faz parte do grupo de mulheres que só marcam consultas e fazem exames quando apresenta algum sintoma ou, no pior dos casos, quando já estão muito doentes, atenção: existem diversas doenças que são silenciosas e, muitas vezes, não dão sinais. Além disso, a maioria dos problemas de saúde podem ser tratados e curados com mais facilidade quando descobertos logo no início. É por isso que reforçamos a importância dos exames preventivos.

“Melhor prevenir do que remediar”

Um clichê que é muito real. A maioria das doenças que afetam as mulheres ao redor mundo podem ser detectadas com exames de rotina, por isso, além de levar uma vida saudável com alimentação balanceada, prática de exercícios físicos e bom sono, também é essencial que você visite seu médico e tenha consultas periódicas para verificação de exames preventivos.

A seguir, separamos uma lista com os principais exames que diagnosticam as doenças mais recorrentes nas mulheres. Confira!

1. Mamografia

Acabamos de passar pelo Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção ao câncer de mama. E o principal passo para prevenir-se dessa doença é fazer a mamografia. 

A recomendação do Ministério da Saúde é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres com idade entre 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos.

Além disso, todas as mulheres a partir dos 20 anos devem fazer o autoexame regularmente. Veja esse vídeo super didático de como realizá-lo.

2. Papanicolau

Esse é um dos exames preventivos mais comuns e importantes, mas que como citamos acima, muitas mulheres acabam não realizando. O Papanicolau tem como função identificar alterações nas células cervicais e é responsável por diagnosticar o câncer de colo de útero e outras doenças sexualmente transmissíveis. 

Esse exame deve ser feito a partir dos 20 anos de idade ou logo depois do início da vida sexual, e o ideal é que seja repetido anualmente pelas mulheres. 

3. Densitometria óssea

A Densitometria óssea é um exame preventivo que rastreia a quantidade de massa óssea nas regiões no corpo e tem como função diagnosticar a osteoporose. Você pode ler mais sobre aqui

É recomendado que o exame seja praticado a partir dos 40 anos a cada 2 anos. 

4. Avaliação cardiológica

As doenças cardiovasculares são as que mais causam mortes em todo mundo, em especial o infarto e o Acidente Vascular Cerebral (AVC). Por isso é tão importante realizar exames preventivos como eletrocardiograma, teste ergométrico e ecocardiograma.

A avaliação do sistema cardiovascular é indicada a partir dos 50 anos, no geral, e a partir de 30 para mulheres sedentárias e/ou que tenham histórico de problemas no coração na família.

5. Ultrassom de mamas e Transvaginal

Os ultrassons também são exames indicados para mulheres. O de mamas para identificar anomalias na região mamária e serve como um complemento para a mamografia e o Transvaginal é Indicado para rastreamento de câncer de ovário e diagnóstico de miomas e cisto ovariano.

6. Exames de sangue

Por fim, também é importante que os exames básicos sejam feitos, como nível de glicose, colesterol, triglicerídeos e hemograma, além dos hormonais, que podem ser realizados por meio da coleta de sangue.

Hora do check up!

Agora que você entendeu a importância dos exames preventivos e já sabe quais são os principais que devem ser realizados, é hora de começar a marcar as consultas e não terminar o ano sem fazer aquele check up para garantir a qualidade da sua saúde e bem-estar. 

Até a próxima!

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Como obter boas fontes de cálcio quando se é intolerante a lactose

Leite e derivados são excelentes fontes de cálcio, mas intolerantes à lactose têm problemas com esses alimentos. Como equilibrar?

Nosso corpo tem necessidades específicas que precisam ser regularmente supridas para a nossa saúde e o funcionamento normal do organismo. Dormir, nos alimentar, nos hidratar, etc. Na alimentação, precisamos sobretudo de nutrição. É preciso consumir vitaminas, minerais, fibras e proteínas para que nossa saúde e sistema imunológico estejam em dia para nos proporcionar mais qualidade de vida e nos manter longe de doenças.

Entre os minerais mais importantes, estão, com certeza, o cálcio. Responsável pela saúde e resistência dos ossos e por mais uma série de benefícios para o corpo, como a força muscular e o bom funcionamento do sistema nervoso. 

Como sabemos, o cálcio necessário para o nosso organismo é obtido por fontes externas (a recomendação diária é de 1000mg por dia, segundo a OMS, podendo ser maior em gestantes e pessoas idosas), via alimentação e suplementação, e absorvido com ajuda da vitamina D, que é tanto produzida pelo corpo, quanto obtida via suplementação e ativada sob exposição ao sol. 

Dentre os alimentos ricos em cálcio, o principal deles é o leite (e seus derivados, como queijos e iogurtes) onde um copo de 300ml pode suprir até metade da sua necessidade básica de cálcio diária. No entanto, por melhor que seja a fonte, existem pessoas que são intolerantes ao açúcar natural existente em laticínios, a lactose.

A ineficiência do organismo em produzir a lactase, necessária para quebrar a lactose, é conhecida como intolerância à lactose.

A lactose não “quebrada” fermenta e gera gases no sistema digestivo, causando dores e mal estar nas pessoas. E por esse motivo, o leite e seus derivados são (e devem ser) evitados por pessoas com esse mal. Além disso, existem pessoas que têm alergia a laticínios e por isso, essas fontes de cálcio não podem ser ingeridas. 

Mas como podemos manter os níveis de cálcio se uma das principais fontes nos faz mal?

A intolerância à lactose não é um mal relativamente recente. Por isso, não é de hoje que a medicina e a engenharia de alimentos têm desenvolvido alternativas para que as pessoas possam contar com as fontes de cálcio em níveis recomendados, fazendo adaptações, substituições e manipulações em alimentos.

Hoje é possível encontrar leite e derivados sem lactose e também bebidas à base de soja que podem estar presentes no seu café da manhã e compor uma dieta diária onde é possível obter cálcio ao longo do dia nas principais refeições: café da manhã, almoço e jantar.

Além disso, existe uma série de alimentos que são enriquecidos com cálcio de modo que laticínios sejam substituídos sem perda na ingestão ideal do nutriente por dia. Pesquise as opções nos mercados mais próximos e converse com seu médico nutricionista para que você conheça as melhores possibilidades.

E sim, a suplementação é recomendada.

Mas antes de falarmos mais aprofundadamente sobre suplementos de cálcio e vitamina D, vale sempre o checklist de alimentos ricos em cálcio* além do leite. 

  • Tremoço;
  • Couve manteiga;
  • Manjericão;
  • Salsa;
  • Semente de gergelim;
  • Soja;
  • Brócolis;
  • Amêndoa torrada;
  • Brócolis;
  • Castanha do Pará;

*Lista da TACO (Tabela Brasileira de Composição de Alimentos)

Este primeiro grupo de alimentos são considerados os principais, uma vez que 100 gramas de um deles é capaz de suprir cerca de 15% da necessidade diária de cálcio de um adulto. Mas além deles, você obtém cálcio também da castanha-do-pará, feijões, pão integral, grão de bico, vegetais com folhas escuras (agrião, rúcula, espinafre), quiabo, aipo, nozes e tofu.

Acompanhamento médico

Em uma dieta onde se faz necessária a substituição do leite, seja por conta da intolerância à lactose, alergias ou mesmo pela adoção de uma alimentação vegetariana ou vegana é importante que haja acompanhamento especializado, que vai verificar a biodisponibilidade dos alimentos, sua absorção geral de cálcio e o aproveitamento do nutriente pelo organismo.

Biodisponibilidade é, resumidamente, o quanto, dentro de um total, de cálcio que cada alimento disponibiliza para o organismo. Por exemplo, no caso do leite, onde cada 100ml tem, em média, 130mg de cálcio, ou seja, 32% do cálcio ali contido é absorvido pelo organismo, o que dá cerca de 41mg.

Otimização a oferta de cálcio

É importante notar que, além da biodisponibilidade, aquilo que o alimento de fato oferece de cálcio, temos que levar em conta como anda a nossa absorção do nutriente, o quanto, literalmente, vai para os nossos ossos.

Por exemplo, o café é um grande inimigo da absorção de cálcio e não é recomendado o seu consumo logo depois de uma refeição. Pois é, aquele cafezinho após o almoço, por melhor que seja, não vai ajudar. 

Além disso, alguns vegetais possuem substâncias que impedem a liberação de cálcio e, por consequência, a absorção por nosso organismo. No caso do espinafre, acelga, folha de beterraba e cacau, por exemplo, existem os oxalatos; já nas leguminosas como feijão, ervilha, lentilha e grão-de-bico existem os fitatos.

Para lidar com os oxalatos, recomenda-se cozer os vegetais antes do consumo e para os fitatos, deixar os alimentos de molho por, pelo menos, 12 horas antes do preparo.  Assim você aumenta a biodisponibilidade de cálcio nos alimentos. 

Otimização a absorção de cálcio 

A maior aliada para a absorção de cálcio de por nosso organismo é a Vitamina D, uma substância que pode ser produzida por nosso corpo e também obtida por fontes externas. Através da exposição ao sol, ativamos a vitamina e ela age no processo de absorção de cálcio.

E para que a otimização da absorção de cálcio seja mais eficiente, a suplementação pode ser o mais indicado. Malacal, por exemplo, combina Cálcio e Vitamina D, ampliando a oferta do mineral e da vitamina de modo que haja uma maior absorção.

Finalizando

Uma regra não escrita, quando se fala de alimentos, é que sempre há uma alternativa para os alimentos que você, no caso de ser alérgico ou intolerante à lactose – ou mesmo por conta da adoção de um novo estilo de vida -, pode consumir e assim manter seus níveis de cálcio em dia.

Converse com seu médico e veja o que é mais indicado pra você.

Até a próxima!

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Qualidade de Vida

ATIVIDADES AO AR LIVRE PARA CRIANÇAS E A SAÚDE PARA OS SEUS OSSOS

Proponha e participe de atividades com as crianças que vão deixá-las longe das telas e com muitos benefícios à sua saúde.

Você já deve ter visto (ou feito, sem sequer notar) os pais chegando em determinado local com a criança, geralmente de colo, colocá-la sentadinha e logo dar um celular ou tablet para que ela possa se entreter. Ou mesmo, para que as crianças fiquem quietas, os pais deixam o aparelho com elas e assim ter “minutos de paz”. 

Existe uma série de discussões sobre essa prática e como ela pode ser prejudicial à criança. De fato, a luminosidade e os estímulos dos conteúdos em vídeo ou jogos, podem ser prejudiciais à criança, com sequelas para a visão, aumento na impulsividade e ansiedade, dificuldade de concentração, aprendizado e alteração no humor quando expostas a longos períodos de exposição.

E vale lembrar que esses malefícios não são uma exclusividade dos pequenos, o excesso de tempo de olho em telas aflige também os adultos. Então, podemos partir do princípio que, se não é bom para um adulto, também não há de ser para a criança.

Só que tem mais…

Com cada vez mais tempo de olho nas telas, as crianças estão passando cada vez menos tempo ao ar livre. Realizando menos atividades físicas, socializando menos e se expondo menos ao sol. Em resumo: a criança está brincando menos.

Dessa forma, o desenvolvimento dos pequenos, tanto físico quanto emocional, também é afetado e isso pode ser prejudicial para o seu crescimento, amadurecimento do sistema imunológico, fortalecimento muscular e ósseo e também sua cognição

Então, o que pode ser para os pais um “respiro” enquanto a criança está vidrada no celular, pode ser prejudicial à saúde e seu desenvolvimento.

Por que é importante que as crianças brinquem ao ar livre?

Porque a interação com o mundo é a maior força desenvolvedora da criança e na sua formação como parte de uma sociedade. Além disso, em ambientes externos onde haja outras crianças para se relacionar, ajuda no senso de coletividade e empatia. 

E mais:

  • Estimula os sentidos;
  • Torna o aprendizado mais ativo
  • Inspira momentos de concentração
  • Estimula a atividade física tanto dela quanto dos pais
  • Desenvolve a resiliência
  • Fortalece músculos e ossos graças à exposição ao sol

Neste ponto, se colocarmos na balança as atividades ao ar livre e a exposição às telas por tempos prolongados, já sabemos qual tem mais peso no quesito benefícios para as crianças, certo?

Atividades ao ar livre, cálcio e vitamina D

Quem acompanha nosso blog sabe que a exposição ao sol é o principal meio pelo qual o nosso organismo produz a vitamina D e como ela é importante para absorção do cálcio por nossos ossos. Na infância, onde a estrutura óssea, dental e muscular está em desenvolvimento, junto com o crescimento da criança, as atividades ao ar livre são de suma importância para esse processo.

Além disso, correr, pular, escalar, pedalar e se movimentar ajuda também no estímulo e desenvolvimento da musculatura, onde o cálcio também atua de modo que os pequenos possam ter mais força para sustentação e equilíbrio do próprio corpo. E não vamos nos esquecer, também, que os ossos fortes são mais resistentes a fraturas.

Tempo de qualidade

Temos que nos atentar ao fato que, muitas vezes, assistir vídeos ou jogar numa tela pequena como a do celular é uma atividade individual. No entanto, é importante que pais e filhos possam fazer, também atividades juntos e aquelas ao ar livre também resultam em atividades físicas benéficas para você.

Aproveitar um tempo com as crianças, participando de brincadeiras, fortalece os laços e a confiança dos pequenos os pais, além de prover mais segurança para que a diversão ocorra sem preocupação. Seja no quintal, no playground, no parque, na praia ou mesmo na rua, compartilhe esse momento com as crianças, você só tem a ganhar.

Resgate os brinquedos analógicos

A bola é mais versátil brinquedo que a criança pode ter, dela saem o jogo de vôlei, futebol, handebol, queimada e tantas outras, mas existem ainda muitos outros brinquedos que podem ser usados em atividades ao ar livre:

✔ Bola de sabão;

✔ Peteca

✔ Corda

✔ Amarelinha

✔ Bambolê

Sem falar que brinquedos industrializados como boliche, pula-pula, skate entre outros, além de brincadeiras como pega-pega, esconde-esconde, etc. Vai dizer que não deu saudade da sua época dessas brincadeiras?

Finalizando

Promover o bem estar da criança através de brincadeiras que também façam bem à sua saúde é fundamental para a sua saúde e qualidade de vida e, depois de tanta brincadeira, não tem problema deixar os pequenos um tempinho vendo seus vídeos favoritos ou jogando no celular. Tudo se trata de equilíbrio e em ponderar o que é melhor para as crianças.

Até a próxima!

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Qualidade de Vida

O que é Dança Terapia? Quais os benefícios para a sua saúde?

Mover o corpo, por si só, já é benéfico para a saúde. A dança terapia pode ajudar a ampliar esses benefícios.

A natureza é movimento, tudo se move desde a menor das partículas até as gigantescas galáxias. E você, como parte desse universo móvel, também não foi feito para ficar sem se movimentar.

O movimento nos dá noção do nosso corpo, do espaço à nossa volta e, conforme nos desenvolvemos, nos leva de A a B, nos ajuda a realizar tarefas e, de modo geral, a viver a vida. Tudo isso porque a vida é… Isso aí! Você entendeu o conceito!

É a partir dessa premissa básica que surgiram diversas terapias físicas e psicológicas que visam o bem estar de corpo e mente usando o movimento como instrumento terapêutico que vão além da reabilitação do corpo (a fim de recuperar movimento, força ou equilíbrio), mas que abordam também os fatores mentais, uma vez que atividades físicas liberam hormônios que agem na percepção de prazer e redução da ansiedade, por exemplo.

Surge a dançaterapia

A dançaterapia é uma disciplina pedagógico-terapêutica relacionada ao movimento corporal da dança. Seu objetivo é proporcionar às pessoas o autoconhecimento e o desenvolvimento da sua criatividade, auxiliando ainda na integração social, física, mental e espiritual. 

Desse modo, por meio dos movimentos realizados, é possível se concentrar na conexão entre a mente e o corpo e liberar tensões acumuladas, trabalhar o senso espacial, equilíbrio, concentração e coordenação motora.

No campo da mente, a dançaterapia usa a emoção da música, ou do ritmo usado, para a ativação de diversas funções importantes para a nossa saúde mental, como a memória afetiva, a atenção, socialização e cooperação.

Então, a dançaterapia é boa para a nossa saúde mental?

Muito! Praticantes dessa técnica psicofísica apresentam, por exemplo, melhora significativa em quadros de depressão, ansiedade, estresse e até em transtornos psicológicos mais intensos. Isso se dá, em partes, pelo caráter descontraído que a prática tem, principalmente nos exercícios iniciais que visam a adequação com o ambiente, o contato com outras pessoas e os movimentos corporais.

Além disso, a música tem a capacidade de extrair diferentes emoções e de nos colocar em contato com elas. E isso vai dos ritmos mais alegres, como também os mais tristes. Desse modo, praticantes podem expressar, por meio do corpo e semblante, o que estão sentindo ao escutar tal melodia.

Esse “movimento em onda” dos ritmos usados na dançaterapia proporcionam, gradativamente, o autoconhecimento necessário para identificar os sentimentos adversos e lidar com eles de modo a aliviar sintomas patológicos a partir do estresse, como a ansiedade e a depressão.

E não vamos nos esquecer que esta pode ser, também, uma prática divertida.

E para fechar, é importante ter em mente que a dançaterapia é uma ferramenta terapêutica que não substitui os tratamentos psicológicos e psiquiátricos, tão pouco a ciência, não sendo recomendada como única opção para o seu atendimento psicoterápico.

Quais os benefícios gerais da dançaterapia?

Socialização

A dançaterapia é praticada em grupo,e a integração entre as pessoas é parte importante do processo de socialização. E mais, a dança ajuda a expressar de maneira mais fácil sentimentos e pensamentos de forma não violenta, tornando o processo de “lidar com pessoas” mais tranquilo, principalmente se o indivíduo tiver personalidades mais retraídas.

Vale lembrar, ainda, que atividades praticadas em grupo aliviam os sintomas da solidão e depressão. 

Criatividade

Nas sessões de dançaterapia são estimulados o improviso e a imaginação, ativando partes do cérebro responsáveis pela raciocínio e resolução de problemas. Desse modo, é possível desenvolver a mente para a busca de soluções para problemas do cotidiano ou profissionais, evitando que nossa cabeça “entre em parafusos” e que males como a depressão nos impeçam de ver a saída para alguns desafios.

Capacidade cognitiva

Ainda no campo da mente, na dançaterapia são ativados hormônios e novas conexões neurais são realizadas por meio do aprendizado de algo novo, além da necessidade de se manter em sincronia com a música e com as pessoas que fazem parte do grupo.

Desse modo, o sistema nervoso está constantemente sendo estimulado, as capacidades cognitivas são aprimoradas e a memória também é fortalecida, isso porque você passa a decorar as coreografias aplicadas e o processo de aprendizado fica mais natural no seu dia-a-dia.

Consciência corporal

Além dos movimentos ritmados, a dançaterapia ensina técnicas de respiração para que as pessoas possam ter mais fôlego durante os exercícios, isso faz com elas desenvolvam a consciência ao perceberem sua respiração ao longo do dia, identificando em qual momento estão mais ansiosas ou relaxadas.

A noção da respiração é importante como ferramenta de enfrentamento de situações adversas, como as crises de ansiedade e ataques de pânico, já que, por meio de exercícios respiratórios é possível se concentrar no tempo presente, aliviando o nervosismo e garantindo mais bem estar;

E tem mais, a noção do seu próprio corpo no espaço, a atenção aos movimentos e tudo mais, ajuda na percepção e mapeamento corporal de modo constante, proporcionando mais equilíbrio para evitar quedas a partir de tropeços ou topadas.

Finalizando

Nosso corpo precisa de movimento, é bom para ele, é bom pra mente e para nossa saúde em geral. A dança terapia pode ser o estímulo que você precisa para iniciar uma atividade que vai, com o perdão do trocadilho, no seu ritmo, proporcionar saúde e qualidade de vida que nos é tão importante hoje. 

Considere a prática!

Até a próxima!

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Cálcio e vitamina D na adolescência. Por que os mais novos precisam estar atentos?

Muitos se preocupam com o cálcio e vitamina D na infância ou no envelhecimento, se esquecendo dessa etapa da vida.

É comum. Quando se fala de cálcio e vitamina D, sempre vem junto a associação ao desenvolvimento da criança ou o cuidado com os males que podem surgir nas idades mais avançadas, como a osteoporose. Não que essa seja uma ideia errada, de fato, as substâncias são muito importantes nessas faixas etárias.

Mas e o meio do caminho? E a adolescência?

Antes de nos aprofundarmos no assunto, é importante saber que o nosso corpo tem dois estágios bem definidos em nosso ciclo de vida: o desenvolvimento e o envelhecimento. 

O primeiro, ocorre desde que nascemos até a casa dos 20, 25 anos; o segundo, por sua vez, ocorre imediatamente após o fim do primeiro. Então, começamos a envelhecer a partir dos 25 anos. 

Se até os 25 anos estamos nos desenvolvendo e a adolescência ocorre dos 10 aos 19 anos (contando a pré-adolescência), então esse período da vida se encontra na etapa do desenvolvimento, certo?

Exatamente! Assim temos o nosso ponto de partida!

Desenvolvimento físico na adolescência

Na adolescência ainda estamos crescendo e é aqui que vamos chegar à estrutura que teremos na vida adulta em termos de altura. O crescimento é influenciado por fatores intrínsecos – que envolvem genética e o próprio metabolismo – e extrínsecos – que envolvem desde a alimentação, as condições socioeconômicas e acesso a serviços básicos ao próprio ambiente onde se vive.

Nos fatores nutricionais, se destaca a importância das vitaminas e oligoelementos, onde a sua ingestão, ou falta dela, também influencia o desenvolvimento de crianças e adolescentes, sendo o cálcio o elemento essencial para a adequada formação óssea e sua fiel companheira, a vitamina D, para o metabolismo e absorção do mineral pelos ossos.

Sendo assim, adolescentes cujo a dieta seja deficiente de cálcio e vitamina D, podem sofrer com o desenvolvimento deficitário do esqueleto, bem como o processo de crescimento e desenvolvimento.

Adolescência e alimentação

Não é só o desenvolvimento físico que ocorre na adolescência, aqui desenvolvemos os nossos gostos e preferências (muitas vezes duvidosas e você também passou por isso, não julgue seus (suas) filhos(as) por essa régua), inclusive, alimentares. 

Com o surgimento e disseminação dos ultraprocessados e de bebidas com alto teor de açúcar, não chega a ser espantosa a preferência dos jovens por tais alimentos. Alimentos esses associados aos seus interesses e àqueles com poder de influência e decisão no seu dia a dia (a propaganda, os streamers e influencers, etc.)

Os jovens já têm mais autonomia para escolher o que querem e preferem comer e nessa fase pode ocorrer o risco nutricional ligado aos hábitos alimentares e isso é particularmente problemático já que, como dissemos, a puberdade é o período fundamental para a aquisição de conteúdo mineral ósseo. 

O desenvolvimento de um adequado pico de massa óssea na adolescência é fundamental para proteção contra fraturas na adolescência e osteopenia/osteoporose na vida adulta.

-Portal Nova Pediatria

Por isso, é importante que os pais atuem na educação alimentar dos adolescentes, a fim de desenvolver o hábito pelo consumo de fontes de cálcio na alimentação, como o consumo de leite e derivados, legumes, grãos e sementes, bem como a exposição saudável ao Sol.

O que é importante saber sobre saúde dos ossos na adolescência 

Ao longo deste artigo, você já notou que a ideia de associar cálcio e vitamina D apenas à infância ou à velhice não se sustenta, certo? Mas também é importante saber que:

  • A mineralização do tecido ósseo vai desde a nossa vida como bebê até os 20, 25 anos. Na adolescência, adquirimos mais de 90% da nossa massa óssea final;
  • O incremento da massa óssea não é homogêneo, diferentes partes do esqueleto recebem diferentes níveis de cálcio. Em níveis baixos, certas regiões podem ficar deficitárias do mineral;
  • Entre os fatores que indicam os níveis adequados de IMC na adolescência, está a correlação positiva entre os níveis de cálcio e a densidade mineral óssea (DMO);
  • Exercícios e atividades físicas são indicados também na adolescência, pois, nessa fase, tais práticas são reconhecidas pelo caráter osteoprotetor, fortalecendo a estrutura óssea e ajudando em sua incorporação;
  • Ainda nos exercícios físicos, sua prática associada à ingestão adequada de vitaminas e minerais pode contribuir com o crescimento da massa óssea na ordem de 0,6 a 1,7% ao ano;
  • Na adolescência, recomenda-se a ingestão de 1300 mg de cálcio para ambos os sexos por dia;
  • O leite é, para todas as idades, uma excelente fonte de cálcio, mas no caso de jovens com intolerância à lactose, recomenda-se a substituição por, por exemplo, leite de soja;
  • A suplementação de cálcio pode ser adotada sob orientação médica.  

Finalizando

A correta – e recomendada – ingestão de cálcio e vitamina D é importante em todas as etapas da nossa vida. principalmente porque, no Brasil (e em outros países), as quantidades do mineral estão muito abaixo do ideal. E a partir do momento que entendemos a importância da adolescência no nosso desenvolvimento físico, esperamos despertar a sua atenção para um crescimento saudável. Seja ele seu, dos seus filhos, familiares ou pessoas conhecidas.

Até a próxima!