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Conheça boas práticas para a combater a osteoporose

O enfraquecimento dos ossos por conta da osteoporose, pode tornar acidentes corriqueiros em lesões graves, como prevenir combater a doença?

Nossos ossos não são uma estrutura maciça. Em seu interior, existem pequenas cavidades que se formam e se regeneram ao longo do nosso crescimento desde a infância até, aproximadamente, 20 anos de idade.

Quando essas cavidades ficam muito ´´espaçadas´´ acontece a perda da densidade mineral óssea, deixando os ossos ficam frágeis e, na pior das hipóteses, quebradiços. Esse quadro de enfraquecimento ósseo se dá a partir dos 40 anos de idade.

Dentre os males que tornam nossos ossos sujeitos a fraturas mais facilmente, está a osteoporose.
Segundo dados do Hospital Albert Einstein, só no Brasil ocorrem mais de 2 milhões de casos por ano e considerando que a osteoporose é uma doença crônica, que pode durar anos, ou a vida inteira, dá pra imaginar a quantidade de pessoas que podem ter sua mobilidade e independência reduzida por conta da doença.

*Representação da evolução do quadro da osteoporose

Mas o que é a Osteoporose?

A Osteoporose é uma doença que, resumidamente, enfraquece os seus ossos. Tornando sua estrutura altamente porosa. 

Ela ocorre quando duas células responsáveis pela saúde e estrutura dos ossos entram em desequilíbrio, os osteoclastos, que promovem a absorção de minerais e eliminação de tecido ósseo, criando cavidades, e os osteoblastos, que são responsáveis justamente por preencher as cavidades criadas pela primeira, fazendo uso do cálcio e com ajuda da vitamina D.

Esse desequilíbrio celular, configura a primeira etapa da Osteoporose, chamada osteopenia. 

É importante ressaltar, também, que a osteoporose é um mal que afeta tanto as mulheres quanto os homens, No entanto, estudos indicam que a osteopenia pode ocorrer a partir dos 35 anos nas mulheres e a perda da densidade óssea também é mais acentuada no sexo feminino por decorrência de alterações hormonais consequência da menopausa. Já nos homens, o desequilíbrio celular ocorre a partir dos 40 anos.

Quais os riscos da Osteoporose?

Eis um ponto importante que deve-se ter muita atenção: a osteoporose não tem sintomas, por isso é um mal silencioso que traz muitos riscos à integridade física do indivíduo. A doença é detectada via exames laboratoriais e/ou de imagem, nos check-ups anuais a partir dos 40 – 45 anos de idade. 

Com os ossos mais frágeis, uma topada um pouco mais forte em móvel, uma eventual queda ou outro acidente podem resultar desde micro, pequenas ou graves fraturas, restringindo os movimentos ou expondo a pessoas a lesões mais graves decorrente de quedas.

As fraturas mais comuns, em quadros de menopausa, são no quadril, nas costelas e no colo do fêmur. 

Combatendo a osteoporose

A forma mais eficiente de combate à osteoporose é o fortalecimento dos ossos via alimentação, exposição ao Sol e suplementação de cálcio de vitamina D. Além disso, existem algumas práticas que você pode adotar não só para o combate à doença, mas também para a sua prevenção.

  • Atenção aos hábitos de saúde, evite o fumo e o consumo excessivo de álcool;
  • Evite, também, o consumo em excesso de carne vermelha, refrigerante, café e sal;
  • Independente da idade, inicie um programa de exercícios ou atividades físicas (como caminhada, por exemplo) que podem ajudar no fortalecimento muscular e o seu equilíbrio;
  • Consuma verduras com folhas escuras como o espinafre, couve e brócolis;
  • Se exponha de forma moderada ao Sol para a produção de vitamina D pelo organismo, 20 a 30 minutos por dia, nos horários entre 6h e 10h e 16h e 18h;
  • O cálcio é fundamental para o fortalecimento dos ossos, consumindo alimentos ricos neste mineral, como leite e derivados;
  • A suplementação de cálcio e vitamina D é recomendada para atingir as doses diárias recomendadas pela OMS.

Além disso, em quadros de osteoporose, é importante alguns cuidados com o ambiente onde passamos a maior parte do nosso tempo para evitar acidentes que possam resultar em lesões mais graves como fraturas.

Preparando um ambiente seguro para evitar quedas

Sabemos que uma queda ou topada mais forte num móvel, por exemplo, pode ser mais sério em pessoas com osteoporose, principalmente naquelas que são mais idosas. Por isso, é recomendável algumas práticas e modificações na casa de modo que o ambiente seja mais seguro para elas.

  • Existem pessoas que sentem tontura e/ou desequilíbrio ao se levantar muito rápido. Antes de se levantar da cama, por exemplo, mantenha-se na posição sentada e só então se levante.
  • A cama, também, precisa ter uma altura que permita que a pessoa possa, sentada, manter os pés no chão de maneira firme e possa se levantar com mais segurança;
  • Atenção às bordas dos móveis como mesas, estantes, gaveteiros e outros. O ideal é que sejam arredondadas e é importante que sejam firmes para oferecer suporte para a pessoa caso ela precise se apoiar neles;
  • Se na casa o interruptor da luz do quarto não for perto da cama, dê preferência a abajures. Não se arrisque a andar no quarto, ou qualquer outro cômodo, no escuro;
  • Atenção aos tapetes, prefira os antiderrapantes ou de borracha;
  • No banheiro, use tapetes antiderrapantes e instale corrimãos para maior segurança;
  • Na cozinha, deixe mantimentos e utensílios mais usados em altura mais acessíveis, evite subir em cadeiras ou banquinhos para alcançar prateleiras mais altas;
  • Em apartamentos, sobrados e nos condomínios em geral, sempre uso o corrimão e instale fitas antiderrapantes nas escadas, ou cobre a administração [via síndica(o)] para a instalação desse item de segurança.

Finalizando

A osteoporose tem potencial de causar transtornos e riscos à nossa saúde, mobilidade e independência no geral, no entanto, aqueles que ainda não chegaram a idade em que a doença se manifesta podem sempre apostar na prevenção para manter os ossos saudáveis e aqueles que desenvolveram a doença podem adotar práticas que mitigam os riscos que a osteoporose representa, fortificando seus ossos e, em ambos os casos, usando suplementos ao cálcio e a vitamina D, como Malacal. 

Claro, com acompanhamento e orientação médica.

Até a próxima!

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Atividades físicas que você pode começar a praticar hoje

Se o mais difícil é começar, Malacal te apresenta atividades simples com muitos benefícios para a sua saúde

É consenso na comunidade médica do mundo todo: atividades e exercícios físicos são ótimos para a nossa saúde. No entanto, se tem algo em que somos bons é em criar empecilhos e barreiras que nos impedem de ter alguma atividade física frequente.

  • Não tenho tempo
  • Não tenho roupa
  • Não tenho espaço
  • Odeio exercícios

Todas são justificativas válidas (ok, quase todas), vivemos uma rotina tumultuada com uma série de tarefas, no trabalho e em casa que, quando executadas só nos dão uma vontade: descansar. Além da nossa rotina que não é fácil, nosso cérebro e corpo se acostuma fácil ao sedentarismo nos colocando em um círculo vicioso difícil de quebrar.

A diferença entre atividades e exercícios físicos

Ainda que um exercício seja uma atividade física o contrário não se aplica, existe uma sensível diferença entre elas e entendê-la pode ser a chave para que você dê, literalmente, o primeiro passo para uma vida mais saudável. 

O que é atividade física

É o comportamento que envolve os movimentos do corpo que são feitos de maneira intencional (os batimentos cardíacos e a respiração não contam) e podem envolver a sua relação com o ambiente onde está inserido. A caminhada até o ponto de ônibus ou a limpeza da casa, por exemplo, são consideradas atividades físicas.

O que é exercício físico

É uma atividade física planejada e estruturada para melhorar e manter os componentes físicos, como a nossa estrutura muscular, flexibilidade, etc. Geralmente os exercícios físicos são orientados por profissionais da educação física que podem, ou não, realizar o acompanhamento e a assistência em sua execução. 

Logo, todo exercício é uma atividade física, mas nem toda atividade física é um exercício.

Então existe um melhor que o outro?

Essa não é uma pergunta de sim ou não. Evidências científicas mostram que ambos tem seus benefícios, a atividade física pode diminuir o risco de mortalidade e do desenvolvimento de doenças como o câncer, diabetes, doenças do coração e derrame; já o exercício físico ajuda na perda de peso, desempenho do sistema cardiorespiratório, problemas no sono e doenças crônicas. 

É consenso, também, que exercícios e atividades físicas tem suas vantagens específicas dentro de determinadas faixas etárias. No caso das pessoas idosas, por exemplo, atividades e exercícios físicos ajudam no equilíbrio, na mobilidade e qualidade do sono.

Se exercitar ou focar em atividades físicas?

O cenário ideal seria o da prática de exercícios. Lembra? O exercício é uma atividade física, o contrário nem sempre. Mas caso você não tenha o hábito de se exercitar, as atividades físicas sempre são as mais indicadas, afinal, a vida é movimento, certo?

Você pode, através de pequenas mudanças de hábito inserir mais atividades físicas no seu dia a dia e assim começar uma rotina que te faça bem e, provavelmente, despertar sua vontade para a realização de exercícios. No entanto, vamos com calma e nos concentrar nas atividades físicas, ok? Deste modo não há dependência da academia e não precisa, pelo menos por agora, ser um ´´sócio investidor de academia´´, aquelas pessoas que pagam e não usam, sabe?

Atividades físicas que você pode praticar hoje

Use as escadas

Subir escadas é uma excelente atividade física. Claro que, se você mora no 110 andar, não precisa ir do térreo até o seu apartamento pelas escadas, principalmente se você ainda não tem esse hábito. Comece aos poucos, que tal subir de elevador até o sexto e seguir de escadas? 

Depois você usa o elevador até o quinto, depois o terceiro e, conforme evolui, do térreo até o seu andar. O grande ponto nas atividades físicas é começar devagar e impor novas metas aos poucos. Você não precisa subir correndo, não precisa fazer isso tooodas as vezes, mas que seja algo gradativo.

Seu quintal é um belo ambiente para atividades físicas

Não conta com escadas para uma atividade física? Não se preocupe. Cuidar do seu quintal é uma ótima atividade física também. Capinar, rastelar, cavar, varrer, limpar, regar vão ajudar o corpo a se movimentar e os músculos a trabalhar.

A jardinagem em geral é benéfica não só para o corpo como também para a mente, ajudando em quadros de depressão e ansiedade, nos reconectando com a terra e nos trazendo para o momento presente, ajudando no foco.

Caminhadas solo ou em grupo

A caminhada é uma das atividades físicas mais completas. O recomendado pela OMS é de cerca de 40 minutos de caminhada por dia e você pode fazer, por exemplo, duas sessões de 20 minutos caso não tenha muito tempo disponível. 

O interessante aqui é que você não precisa, em um primeiro momento, aumentar o tempo de caminhada, mas sim aumentar a distância que você percorre dentro desse período. Por exemplo, a partir do seu ponto de partida – que pode ser sua casa – marque o quanto você percorre em 20 minutos e depois volte. 20 minutos pra ir e 20 pra voltar, certo? Depois tente ir um pouco mais longe em 20 minutos e assim por diante até que você possa aumentar também o tempo de caminhada. O importante aqui é sempre o primeiro passo.

Caminhadas com seu cachorro

Caminhadas também são importantes para o seu cãozinho. Então, porque não aproveitar as saídas com seu amiguinho(a) para ir um pouco mais longe?  Passear com o cachorro é uma ótima atividade aeróbica e ele pode ajudar no ritmo da caminhada. Além de fortalecer o laço entre ambos.

Brincar

Se você tem filhos, brincar com as crianças é uma ótima atividade física. Erguer as crianças, brincar de pega-pega, o agachar e levantar, as interações lúdicas vão trabalhar todos os seus músculos e proporcionar momentos de conexão com os pequenos que também terão sua parcela de atividades físicas.

Finalizando

É claro que para cada motivo para começar, podemos encontrar 4 para protelar, mas a dica que damos é: comece, dê uma volta na sua quadra, suba dois lances de escada, faça cinco agachamentos, siga uns passos de dança em um vídeo no YouTube. Você não precisa andar 4 km, subir 10 andares, pagar 30 abdominais… Apenas dê o primeiro passo. 

Ele vai ser o mais importante.

Até a próxima!

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Como deixar os níveis de cálcio e vitamina D em dia? Com atitudes simples

Estamos, em média, consumindo apenas ⅓ da dose diária de cálcio recomendada. Veja como é possível melhorar essa marca

Vivemos num constante equilíbrio de pratos. Onde temos que, frequentemente, dar atenção a uma coisa enquanto as outras estão girando por si só por pouco tempo. Essa metáfora define bem a nossa rotina, não? Casa, trabalho, afazeres, cursos e, claro, alimentação e atividades físicas.

Acontece que essa correria tem um preço e, normalmente, o boleto chega para a nossa saúde. Isso é constatado, por exemplo, em um estudo realizado pela USP e Unifesp que identificou que dos 1000mg de cálcio que deveríamos consumir diariamente, consumimos cerca de 300, ou seja, menos de 30%.

Essa carência de cálcio é literalmente sentida nos ossos e, a longo prazo, pode ser a causa da perda de densidade óssea e do agravamento de doenças como a osteoporose. Mais que isso, posto que o mineral é responsável também pelo auxílio na força muscular e no bom funcionamento do sistema nervoso central.

Nesse contexto, tem destaque também a vitamina D, como principal responsável pela absorção do cálcio em nosso organismo. Além de muitas outras vantagens para a sua qualidade de vida, como mostra esse artigo em nosso blog.

Mas como podemos manter nossos níveis de cálcio melhores?

De duas formas relativamente simples:

1 – Uma alimentação balanceada com alimentos ricos em cálcio;

2 – Com exposição saudável ao Sol para ativação da vitamina D;

Fácil assim? Sabemos que não. Na correria do dia a dia, recorremos aos pratos prontos e rápidos, o famoso fast food e na nossa rotina de trabalho das 8h às 18h, nem sempre podemos nos expor ao Sol o quanto gostaríamos ou precisamos.

Mas se adotarmos pequenos hábitos em prol da nossa saúde, podemos melhorar não só os nossos níveis de cálcio e vitamina D, como os de outras vitaminas e minerais, de modo que possamos ter uma vida mais saudável. E hoje em dia, saúde é um bem mais precioso que nunca, concorda?

Passo #1 – Alimentação

A boa alimentação é uma das chaves para uma vida com mais saúde. E, mesmo com tamanha importância, somos negligentes com ela, escolhendo o “só vou comer uma coisa rapidinho, porque o trabalho tá pegado” em vez de algo que nos faça bem.

Adotar novos hábitos na alimentação, tornando-a mais balanceada, vai ajudar seu organismo a receber uma dose maior de cálcio diário, nos aproximando mais da dose recomendada pelos órgãos de saúde.

Um copo de leite, por exemplo, tem 300mg de cálcio, onde cerca de 96mg são absorvidos. 240ml de iogurte tem a mesma medida de cálcio também. O ponto é: trocar o café preto 2 a 3 vezes por semana por um copo de leite já vai ajudar seus níveis de cálcio. 

Mas pode ocorrer que você tenha intolerância à lactose e o leite não seja a melhor opção. Bom, existem opções sem lactose no mercado. 

O clássico da culinária brasileira também é uma fonte de cálcio, cada 170g de feijão tem cerca de 40mg do mineral, e caso esse prato tenha, também, brócolis, couve, espinafre ou batata doce compondo seu prato já são, aproximadamente, mais 255mg do mineral, além de outras vitaminas, no organismo.

É claro que não é preciso que todos estes alimentos estejam em seu prato de uma vez, mas pelo menos um ou dois deles já ajudam bastante. E, para tornar as coisas mais interessantes para o seu paladar, que tal essas receitas de alimentos ricos em cálcio?

Passo #2 – O Sol

Aqui é importante salientar que quando falamos de exposição ao Sol não estamos falando da praia ou do Sol na laje pra pegar um bronzeado. Tratamos de 15 a 20 minutos de Sol pela manhã e/ou a tarde nos braços e pernas.

Isso porque a vitamina D é, também, um hormônio, que é liberado e ativado por nosso organismo quando recebemos luz solar. E é essa vitamina/hormônio a principal responsável para que os nossos ossos absorvam o cálcio que ingerimos, caso contrário, nem a melhor das dietas surtiria efeito e todo o cálcio ingerido se perderia sem cumprir sua função.

15 a 20 minutos diários, até às 10h de Sol nos braços e/ou nas pernas já é o suficiente para a ativação da Vitamina D. O que pode ser feito enquanto nos dirigimos ao trabalho, fazemos uma caminhada ou simplesmente paramos um pouco pra isso.

E não, não é cumulativo. Nada de tomar horas de Sol achando que vai ter vitamina D pela semana inteira. Saúde não toma atalhos, lembre-se disso.

Passo #3 – Suplementação

Ainda que nossa alimentação seja balanceada e nosso banho de Sol esteja em dia, é provável que não alcancemos os níveis de cálcio recomendados. E, caso estejamos em idades mais avançadas, onde a perda de cálcio é mais acentuada, vamos precisar de uma ajudinha extra.

E aí entram os suplementos de cálcio e vitamina D. Essas substâncias possuem uma concentração maior de mineral e da vitamina, além de tecnologias químicas que aumentam a eficácia da absorção pelo organismo, sendo uma aliado importante para que possamos manter nossos níveis de cálcio e vitamina D em dia.

Malacal, por exemplo, tem 250mg de cálcio em cada comprimido, o que é mais que um copo de 240ml de leite e vitamina D3, que além de agir na absorção do mineral, auxilia no melhor funcionamento do sistema imunológico. Além disso, os efeitos indesejados no trato gastrointestinal, comuns em quem tem intolerância à lactose, também são minimizados.

Importante: nenhum passo substitui o outro

É tentadora a ideia de que um comprimido pode ajudar a suprir as nossas necessidades de cálcio diárias, né? No entanto, é importante frisar que um suplemento é um auxílio na sua dieta, ele não é, e não pode ser, sua única fonte de cálcio. Aliás, é preciso conhecer os mitos e verdades sobre a suplementação para que esta não seja usada da forma errada e, por consequência, menos eficiente.

Do mesmo modo que só a exposição ao Sol, sem uma alimentação que contenha vitaminas e minerais vai resolver seu problema ou só o consumo de cálcio, sem vitamina D, vai surtir efeito.

Como dissemos no início deste artigo, é preciso equilibrar os pratos, para que possamos estar em dia com a nossa saúde e aproveitar uma vida com mais qualidade, principalmente quando entrarmos em idades mais avançadas, onde o cálcio assume um papel ainda mais importante.

Até a próxima!

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Chegou a hora de usar a suplementação de cálcio?

Conheça os indicativos de que você precisa de suplementação e suas vantagens.

Sim! É muito provável que você precise de suplementação de cálcio e, consequentemente, vitamina D. Mas ao longo deste artigo, vamos conversar mais sobre o assunto e quais as vantagens que você obtém por estar com os níveis de cálcio e vitamina D e dia.

O principal motivo

É consenso, embasado em uma série de estudos, que o brasileiro consome pouco menos de 30% da dose diária de cálcio recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Um estudo realizado em parceria com a USP e a Unifesp, por exemplo, constatou que consumimos, em média, 300mg de cálcio, quando o recomendado é entre 1000mg e 1300mg.

Esse baixo consumo de cálcio se dá, muitas vezes, por conta de nossa rotina corrida e cheia de tarefas, bem como a nossa dieta diária, que nem sempre contém alimentos que são fontes de cálcio. Some isso à nossa jornada de trabalho que, em alguns casos, não nos permite a devida exposição ao Sol e temos um cenário de carência de Vitamina D, a principal agente na absorção do cálcio pelo organismo.

As consequências

Quando falamos de cálcio, a primeira correlação que fazemos é com saúde e resistência de ossos e dentes. Esta é uma relação correta, no entanto, o mineral é importante para uma série de funções físicas e neurológicas e a sua ausência pode trazer diversos malefícios à nossa saúde.

  • O cálcio é um agente atuante em nossa força muscular, aquela que precisamos para realizar as mais simples tarefas, como subir e descer escadas, carregar nossas compras ou as crianças de colo. Além, claro, para a resistência nos exercícios de carga, como a musculação e outras atividades físicas;
  • O mineral atua também no bom funcionamento do sistema nervoso central, auxiliando no fluxo de estímulos gerados pelo cérebro para todo o corpo, de modo que possamos manter o nosso tempo de reação – os famosos “reflexos” – em dia. O que é importante para evitar perigos e acidentes domésticos; 
  • A frequência cardiovascular também é beneficiada pelo consumo de cálcio nas doses corretas. Vale lembrar que nosso coração é um músculo que também precisa de força e de todo o bom funcionamento da máquina humana para exercer bem o seu papel, regulando o fluxo e nossa pressão sanguínea.
  • Por último, mas não menos importante, a relação saúde do ossos e cálcio, sendo o mineral o principal agente preventivo de males na densidade óssea, como a osteoporose. Este ponto é particularmente importante quando pensamos a longo prazo, quando, normalmente, acontece a perda de densidade óssea.
Mas como saber se eu preciso suplementação de cálcio?

A maneira mais segura de saber se você precisa de suplementação de cálcio é através de diagnóstico médico. No entanto, não é necessária a receita para fazer uso de suplementos, mas ainda assim, é o profissional que, por meio de exames, vai lhe dar as melhores orientações.

Mas ainda assim, respondendo a algumas perguntas simples, pode-se ter um indicativo de que a suplementação se faz necessária na sua rotina:

✓ Você fica exposto ao Sol, pelo menos 20 minutos por dia nas faixas entre 7h e 9h da manhã e 4h e 6h da tarde?

✓ Você consome leite ou iogurte com frequência na sua dieta pelo menos 4 vezes por semana?

✓ Você consome grãos como feijão, linhaça, grão de bico ou soja frequentemente?

✓ Você consome, pelo menos 4 vezes na semana, vegetais como o brócolis, a couve ou o espinafre?

Se você respondeu sim, para a maioria das perguntas, parabéns! Você chegou bem perto dos níveis de cálcio recomendados diariamente. Mas, a depender da quantidade, pode ser que você ainda não tenha chegado lá. Como mostra a tabela a seguir:

AlimentoPorção (g)Conteúdo
de cálcio
% de absorçãoEstimativa de
Cálcio absorvido
Porções equivalentes
a 240ml de leite
Leite24030032,196,31,0
Iogurte24030032,196,31,0
Feijão17240,524,49,99,7
Brócolis713561,321,54,5
Couve856149,330,13,2
Espinafre851155,15,916,3
Batata Doce1644422,29,89,8
Adaptado de Weaver et al., 1999

Como podemos perceber no gráfico acima, não absorvemos todo o cálcio que consumimos. Mesmo que em nossas refeições tenham todos os alimentos listados, ainda não chegamos à quantidade indicada como ideal pela OMS. Isso sem contar os nossos níveis de vitamina D, responsável pela absorção de cálcio em nosso organismo.

Colocando os pingos nos i’s

Por último, é importante ressaltar o que é óbvio. A suplementação é um “aporte” de cálcio e não a principal fonte e deve ser usado como um complemento à sua dieta e não substitui, por exemplo, boas práticas para a sua saúde geral, como exposição ao Sol, atividades físicas e bons hábitos alimentares.

Faça uso de suplementação como descrito na bula e consulte um médico caso apresente sinais de fraqueza nos ossos e dentes. Os suplementos de vitamina D e cálcio são um aliado da sua saúde, mas é você que continua sendo a pessoa com mais responsabilidade sobre ela.

Até a próxima!

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Gostoso e saudável: 5 alimentos ricos em cálcio

Aprenda a preparar saborosas receitas ricas em cálcio, o ingrediente para a saúde dos ossos, e super fáceis de fazer.

Alimentos que contêm boas doses de cálcio, além de muito nutritivos, são saborosíssimos e caem super bem em uma infinidade de preparações.

Como dizemos sempre por aqui, uma das formas de conquistar a boa saúde dos ossos, é através da adoção de hábitos alimentares saudáveis ou pela reposição mineral com a ingestão diária e adequada de nutrientes como cálcio, fósforo e vitamina D.

Segundo o Mapa do Consumo de Cálcio no Brasil e dados da Fundação Internacional de Osteoporose, brasileiros de 10 a 18 anos consomem de 521 mg a 565 mg de cálcio quando deveriam ingerir 1300 mg. 

Isso porque, boa parte dos alimentos ricos nesses nutrientes são a principal fonte para o  armazenamento de cálcio no organismo, que por sua vez, é responsável pela mineralização dos nossos ossos e dentes, pela contração dos músculos e pela manutenção do organismo como um todo. Por exemplo, a contração muscular, coagulação do sangue, transmissão de impulsos nervosos e também na secreção de hormônios.

E para que você possa começar, hoje mesmo, essa mudança, esses são alguns dos alimentos ricos em cálcio para entrar na lista da feira ou do mercado. Anota aí:

  • Hortaliças de folhas verdes escuras como couve, brócolis, folha de mostarda e soja;
  • Peixes e frutos do mar como sardinha, salmão, moluscos e algas; 
  • Oleaginosas como nozes, amêndoas e gergelim; 
  • Leite e seus derivados; 
  • Tofu e ovos.

Da sacola da feira à mesa do almoço: 5 receitas com alimentos ricos em cálcio

1.Sardinha escabeche

Fonte: vix.com


Ingredientes
500g de sardinha
1 xícara de chá de tomate orgânico picado
1 xícara de chá de cebola orgânica
4 colheres de sopa de salsinha
2 colheres de sopa de cebolinha
3 colheres de sopa de vinagre branco
3 colheres de sopa de azeite de oliva
½ colher de sopa de sal
½ latinha de cerveja
½ unidade pequena de pimenta dedo de moça

Modo de preparo

Limpe as sardinhas e reserve. Fatie as cebolas e pique os tomates, a pimenta e o cheiro verde. Reserve também. Coloque em uma panela de pressão uma camada de sardinha, uma de cebola, uma de tomate e cheiro verde e alterne as camadas até finalizar os ingredientes. Misture, à parte, o vinagre, o azeite, o sal e a pimenta, e regue as sardinhas com este molho. Por último, acrescente a cerveja. Tampe a panela, leve ao fogo e, quando pegar a pressão, marque 35 minutos. Desligue o fogo após esse tempo e abra a panela no dia seguinte.


2.Salada de brócolis com castanha-do-pará

Fonte: altroastral.com.br

Ingredientes
Floretes de 1 maço de brócolis americano
Sal a gosto
1/2 maço de salsinha
1/2 xícara (chá) de castanha-do-pará
2 colheres (sopa) de queijo parmesão light ralado
1/2 xícara (100ml) de azeite
4 ovos cozidos cortados em quatro
10 azeitonas pretas sem caroço
2 tomates cortados em quatro

Modo de preparo
Cozinhe os brócolis em água e sal por 5 minutos e, em seguida, pela água fria. Reserve. No liquidificador, bata a salsinha, as castanhas, o queijo ralado e o azeite até ficar homogêneo. Em uma saladeira, arrume o brócolis, os ovos, as azeitonas e os tomates. Regue com a mistura batida no liquidificador e sirva em seguida.


3.Salmão com laranja

Fonte: Portal Sou Mamãe

Ingredientes
Sal
2 alho-poró
4 filés de salmão
3/4 xícara de nata
1 pitada de cardamomo
1 colher de suco de limão
2 colheres de azeite de oliva
1 colher de açúcar mascavo
1 xícara e meia de suco de laranja

Modo de Preparo
Lave e corte o alho-poró em rodelas; reserve. Doure o salmão por um minuto de cada lado em uma frigideira com azeite em fogo baixo. Sem limpar a frigideira, coloque outra colher de azeite e adicione o alho-poró e uma pitada de sal. Cozinhe em fogo médio até que fique macio e dourado. Adicione o suco de laranja e o suco de limão, o açúcar e mexa. Cozinhe por alguns minutos em fogo médio. Adicione a nata e o cardamomo; cozinhe dois minutos em fogo médio. Adicione o salmão e cozinhe até que fique cozido por dentro. Acompanhe com a guarnição de sua preferência.


4.Torta verde
Fonte: apsen.com.br


Ingredientes para a massa

1 xícara (chá) de talos de espinafre e agrião;
1 e ½ xícara (chá) de leite desnatado;
¼ xícara de (chá) de arroz parboilizado cozido;
½ colher de (chá) de sal;

Ingredientes para o recheio
1 dente de alho;
1 tomate médio;
4 ramos de salsinha;
1 lata de atum ralado sem água;
1 colher (sopa) de óleo.

Modo de preparo da massa
Higienize e corte os talos de espinafre e agrião em pedaços pequenos. Bata no liquidificador o leite, o óleo, os talos, o arroz e o sal, até formar uma massa homogênea.

Modo de preparo do recheio
Lave o alho, o tomate, a salsinha e a cebola. Descasque e pique o alho e a cebola e reserve. Corte em cubos o tomate e reserve. Pique a salsinha e reserve. Abra a lata de atum, escorra o excesso de água e reserve. Em uma panela, doure a cebola e o alho no óleo e refogue o tomate, o atum e a salsinha.

Pré-aqueça o forno a 180 ° C. Unte e enfarinhe uma forma retangular média. Espalhe a massa na forma e cubra com o recheio. Leve ao forno para assar por cerca de 40 minutos.


5.Gratinado de legumes com tofu
Fonte: ossoforte.com


Ingredientes
1 abobrinha pequena fatiada
1 berinjela pequena fatiada
¼ lata de molho de tomate
¼ bloco de tofu fatiado (100g)
½ talo de alho poró fatiado
1 tomate pequeno picado
Azeite a gosto
Pimenta e sal a gosto

Modo de Preparo
Preaqueça o forno em 180ºC. Coloque metade do molho de tomate em um refratário e cubra com as fatias de abobrinha e berinjela intercaladas. Tempere com azeite, pimenta e sal a gosto e cubra com a outra parte do molho. Em seguida, cubra com uma camada com o tofu fatiado, salpique o alho poró e tempere novamente. Finalize com os tomates picados e leve ao forno preaquecido por 30 minutos, ou até que os legumes estejam macios.

Hmmm… Estou sentindo o cheirinho daqui!
Viu só como há uma variedade enorme de alimentos ricos em cálcio para serem incorporados às refeições do dia a dia? Além de saciar a fome de maneira nutritiva e prazerosa, estes alimentos vão proporcionar mais saúde para seus ossos e a manutenção do organismo em todas as idades. Sem contar que, de quebra, ainda vão te render uma fama de Masterchef na cozinha. Depois conta pra gente qual foi a sua receita preferida 😉

E para aproveitar todos os benefícios do cálcio e da vitamina D, conte sempre com a ajuda de Malacal, o suplemento vitamínico mineral ideal para estar em dia com os níveis recomendados pela Organização Mundial de Saúde não obtidos através da alimentação. Além disso, Malacal possui absorção superior a 40%, minimiza os efeitos indesejados no trato gastrointestinal, pode ser ingerido em jejum, não aumenta o risco de formação de cálculo renal e não diminui a absorção de outros minerais. Conheça nosso produto.

#Cálcio #VitaminaD #SaúdeDosOssos #Ossos #Nutrientes #Mineralização

Antes de ir, considere ler outros artigos do nosso blog! Esperamos que você goste tanto de lê-los quanto gostamos de escrevê-los. 

Até a próxima 🙂

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Dores de crescimento, mudança no tempo. São problemas nos ossos?

É importante a realização do diagnóstico para o tratamento correto de distúrbios momentâneos e problemas nos ossos.

Problemas nos ossos, como a osteoporose e osteopenia, são facilmente associados ao envelhecimento. No entanto, se considerarmos que cerca de 10% a 20% das crianças são frequentemente afetadas pelas dores de crescimento, é comum associarmos a fase de maior desenvolvimento físico também às doenças ósseas.

Mas será mesmo que estas condições, em diferentes fases da vida, podem ser corretamente associadas aos distúrbios nos ossos? É o que vamos esclarecer ao longo deste artigo.

Apesar dos números revelados pela pesquisa, muita gente acredita que tais queixas não passam de mitos. Mas a verdade é que a dor sentida pelos pequenos no comecinho da noite, geralmente nas pernas, e até aquela velha fisgadinha incômoda no joelho fraturado quando o tempo muda, são mais comuns do que imaginamos. E entre as muitas teorias que podem explicá-las, já adiantamos: ambas estão relacionadas, sim, aos ossos, mas não a uma doença.

Dores de crescimento são benignas e autolimitadas
… Ou seja, desaparecem espontaneamente mesmo sem tratamento. Por isso, papais e mamães, não há motivo para grandes preocupações. Ok?

Normalmente, os pequenos se queixam de dores nas pernas, coxas, panturrilhas ou atrás dos joelhos, principalmente após dias mais agitados, quando a criança pratica atividades físicas ou brinca por muito tempo, que costumam surgir no início ou no meio da noite.

É normal que o incômodo atinja crianças em idade escolar, principalmente na faixa entre 5 e 10 anos, mas ele pode se estender  durante todo o período de crescimento, que vai até os 18 anos de idade. 

A causa das dores do crescimento ainda não é conhecida pelos médicos e, segundo informações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), apesar do nome, as dores não estão relacionadas com o crescimento em si, nem com problemas nos ossos. O termo foi adotado para diferenciar o sintoma de doenças que podem causar dores semelhantes em crianças.

O que fazer para amenizar as dores do crescimento?
Como dissemos, não há motivo para grandes preocupações. As dores de crescimento costumam passar em todos os casos sem a necessidade de tratamentos específicos. Uma dica dos pediatras aos papais é oferecer acolhimento e dar segurança aos pequenos. Dar atenção, ficar junto do filho e fazer uma massagem na região ajudam a aliviar a dor, que costuma passar dentro de alguns minutos ou horas. 

Em caso de dores muito fortes, os pais podem dar um analgésico simples, como dipirona ou ibuprofeno — que também é anti-inflamatório –, ou usar uma bolsa de água quente no local. Fazer alongamentos regularmente também pode ajudar na prevenção.

Mas é claro que a consulta pediátrica é indispensável para descartar outras doenças: “Na maioria das vezes, o médico consegue fazer isso sem muitos exames. É um diagnóstico que chamamos de exclusão. Então, ele vai fazer perguntas para ver se pode ser outra doença e o exame físico para verificar se há algum músculo inflamado, problema ósseo ou articular. Só necessita de um exame complementar caso fique alguma dúvida”, explica o médico Dr. Felipe Lora, pediatra e gerente do pronto-socorro do Hospital Infantil Sabará.

Fique atento!
O exame da dor de crescimento não apresenta nenhuma anormalidade. Não existe fraqueza muscular, nem alteração dos reflexos da criança. Ela consegue caminhar normalmente e não apresenta deformidades, nem restrição de movimentos. Em casos de inchaço, presença de massas palpáveis, dor ao movimentar os membros ou à palpação, procure um médico.

Cicatrizes e ossos podem prever mudanças no tempo?

A ciência ainda não tem uma resposta exata para essa pergunta, mas existem algumas teorias que podem explicar o porquê de algumas pessoas sentirem dor com as mudanças climáticas.  

De alguma maneira, tais dores estão relacionadas ao aumento da umidade do ar, que provoca quedas na pressão atmosférica. Segundo estudo da Sociedade Americana de Meteorologia, 73% dos pacientes disseram sentir uma piora nas dores quando o tempo muda. Geralmente, pessoas que já sofrem de alguma doença nas articulações, local onde há a junção entre dois ou mais ossos, como artrite ou artrose, são mais sensíveis.

É muito comum, então, que o incômodo apareça em locais onde haja uma cicatriz ou em um osso já fraturado. Como explica a professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Dra. Ana Paula Simões, isso acontece porque “[…] no frio, com a vasoconstrição e alteração sensitiva, essas terminações nervosas que já estão desencapadas por conta da agressão anterior, acabam sinalizando com mais efetividade que ali há algo de errado. Isso acontece na pele, num tendão ou com uma fratura nos os ossos. E isso tem a ver com as terminações nervosas da região e não com problemas nos ossos em si.

Ou seja…
Ainda que ambas condições sejam incômodas, tanto para adultos como para crianças, devido à presença de desconfortos momentâneos, não é correto associá-las às doenças ósseas. Diferentemente da osteoporose que é uma condição de enfraquecimento dos ossos pela falta de complexos minerais como o cálcio, que deixa frágeis e porosos os ossos, as dores de crescimento e as dores provocadas com a mudança de tempo não são problemas nos ossos, mas disfunções que desaparecem espontaneamente mesmo sem tratamento.

Se sua dieta é pobre em cálcio e você tem mais de 40 anos, está no período da menopausa, teve alguma fratura recente ou está exposta a fatores de risco como sedentarismo, tabagismo, diabetes e disfunções na tireoide, é preciso redobrar os cuidados com a ingestão diária de minerais e vitaminas imprescindíveis para a correta absorção de cálcio e vitamina D no organismo. Conte com a ajuda de Malacal, cálcio na sua melhor forma para dentes e músculos mais fortes.

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Qualidade de Vida

Depois dos ossos, quais são as estruturas mais fortes nos animais?

Os ossos não estão sozinhos como estruturas mais fortes da natureza. Seja para dar sustentação ao corpo, seja como mecanismo de proteção elas são incrivelmente resistentes. Conheça algumas.
Já reparou que depois dos ossos e dentes, os animais têm diversas estruturas fortes e resistentes para sustentar o corpo, capturar as presas, se proteger e conseguir sobreviver aos seus principais predadores? Isso é tão fantástico que, inclusive, muitas delas servem de “bioinspiração” para armaduras humanas.
Carapaças, conchas, garras, chifres, bicos…

Conheça as principais armas de proteção e sobrevivência do reino animal que servem como objetos de estudos para a criação de trajes para operações policiais especiais ou resistentes engenhocas de guerra.

CARAPAÇAS E CONCHAS

As carapaças e conchas se parecem com uma casinha, mas são muito mais do que isso. Além de abrigo, garantem a proteção ao corpo do animal e funcionam como verdadeiros escudos à prova de predadores famintos.

Você já deve ter visto uma tartaruga ou mesmo um tatu escondendo a cabecinha dentro do casco, um caracol passeando pelo jardim, um caranguejo, um ouriço ou uma concha na praia. Quando ameaçadas, algumas espécies recolhem cabeça, braços, pernas e antenas dentro das ranhuras especiais.

Muito dura e resistente, a peça é formada de placas ósseas chamadas de osteodermos, que se fundem às vértebras e costelas do animal e é formada por queratina – a mesma proteína de que são feitos os chifres, cascos, penas e garras.

De tão rígido e seguro, esse sofisticado mecanismo de defesa animal serve de inspiração também para a proteção humana. Pesquisadores da Universidade McGill, no Canadá, criaram um material feito de placas de vidro segmentadas em hexágonos, tal qual a carapaça do tatu, se revelando 70% mais resistente a perfurações.

Já o besouro da família Zopheridae, que vive no sudoeste dos Estados Unidos e México, pode ser atropelado por um carro e ainda assim sobreviver! Sua super carapaça serviu de inspiração para BAE Systems, empresa prestadora de serviços de defesa, que desenvolveu sistemas de suspensão para permitir que veículos militares suportassem danos por explosões. 😮 Incrível, não é mesmo? 

Se você acha que parou por aí, espere para ler mais essa aqui. Os abalones, tipo de molusco comestível e famoso por colorir jóias, vivem em uma concha que mais parece uma estrutura de concreto. Produzida por muitas camadas de carbonato de cálcio (o mesmo material do giz), elas são unidas por uma “argamassa” de proteína que permite às placas deslizarem amortecendo um impacto, sem que a concha seja estilhaçada. Diferente do giz que pode ser quebradiço, as conchas de abalone são como placas de tijolos extra fortes, e há 20 anos servem de inspiração para a confecção de armaduras à prova de bala para o Exército e polícias dos Estados Unidos.

CHIFRES

Eles chegam a dar medo. Ninguém se atreve a passar pelo pasto ao avistar um touro com seus enormes e imponentes chifres. Eu, hein?!

E é melhor cautela mesmo. Isso porque os chifres servem de arma para os animais – para se proteger de ameaças, durante a disputa por território ou comida contra espécies inimigas, ou pela liderança do grupo contra animais da mesma espécie, mas também como arma de sedução. Sim, os machos utilizam os chifres no momento de cortejar a fêmea para o acasalamento, símbolo de que o animal tem experiência e pode defender sua prole. Aliás, em algumas espécies, os chifres não são exclusividade dos machos, eles podem estar presentes também nas fêmeas.

Ocos e geralmente pontiagudos, são feitos de queratina (olha ela aqui de novo!) e se prendem no osso da cabeça do animal. Em sua grande maioria, os animais de chifres possuem um par deles, sendo um de cada lado, porém podem variar de tamanho e forma.

Você sabia que os animais não nascem com chifres? 
Eles só se desenvolvem à medida que o bicho cresce.

Curiosidades: Animais com falsos chifres

  • Apêndices parecidos com chifres podem crescer na cabeça do cervo e alce. Se sentiu enganado? Eu também! Uma vida acreditando que a família de Bambi e as renas do Papai Noel tinham belos chifres, quando na verdade, são ossos com revestimento aveludado que a cada ano se desprendem e são renovados;
  • Algumas espécies de lagartos, como o lagarto diabo-espinhoso que vive na Austrália, têm saliências ósseas muito parecidas com chifres;
  • O chifre menorzinho do rinoceronte, na verdade, é um acúmulo de pelos endurecidos grudados uns aos outros, assim como as girafas que ao invés de chifres possuem crescimentos ósseos nodosos cobertos de pele e pelos.

BICOS

Os bicos das aves têm variadas funções, mas a principal delas está em conseguir alimento para si e para os seus filhotes e, por essa razão, seu formato e tamanho influenciam em como as aves conseguem realizar essa tarefa.

Um pequeno beija-flor possui um bico extremamente fino com a língua bem comprida para facilitar a sucção do néctar das flores e contribuir para o processo de polinização; Por sua vez, o bico do pica-pau é reto, formato ideal para abrir buracos nas árvores e remover os insetos que vivem dentro da madeira; Já o exuberante flamingo, tem em seu bico curvilíneo, pequenas placas que funcionam como verdadeiras peneiras para filtrar a água e separar os pequenos crustáceos dos quais se alimenta; Habitantes das florestas tropicais, os tucanos se destacam pela beleza de seu longo bico amarelo-alaranjado que o ajuda a se encaixar nos espaços ocos das árvores e retirar ovos e filhotes de outras espécies. 

Mas além de caça-alimentos, os bicos auxiliam as aves na importante missão de construir seus ninhos, na limpeza das próprias asas ou dos filhotes, e até como forma de demonstrar carinho ao fazer cafuné em outra ave do próprio bando.

GARRAS

As garras dos temidos leões, ursos, onças ou de muitos outros animais selvagens são poderosas estruturas que crescem curvadas para baixo na ponta dos dedos e são muito afiadas.

Da mesma forma que os bicos, seu formato e função podem variar entre as espécies e necessidades de cada animal. Nos felinos, por exemplo, elas são retráteis e ficam escondidas dentro da almofadinha dos dedos; já nas nas águias e demais aves de grande porte, elas se tornam fixas e compridas para facilitar a captura das presas durante o voo.

São também usadas como armas de proteção contra predadores, para segurar com força suas presas, como suporte para escalar os troncos das árvores, para se fixar em substratos ou apenas se coçar.

CASCOS

Anota aí, apesar de serem encontrados nas extremidades das pernas, os cascos não são pés. Na verdade, eles servem de revestimento para dar mais rigidez aos dedos e não machucar animais que costumam andar longas distâncias como cavalos, bois, vacas, veados, carneiros e camelos.  Perfeita como ela só, a natureza não cria nada que não faça sentido.

Mesmo com sua aparência maciça, o casco é composto por duas camadas: a  parede, parte mais externa e rígida, feita de células mortas, e a ranilha, parte mais interna de tecido esponjoso que protege a pata do animal da rigidez da parede, e também bombeia sangue por todo o casco.

Conclusão

De muitas outras curiosidades é feita a anatomia animal, mas só com o texto de hoje já dá pra ficar instigado a estudar a biologia mais a fundo. Assim como o esqueleto humano, feito de cálcio, que faz as vezes de uma caixa protetora para os órgãos mais delicados, outras estruturas fortes e resistentes nos animais também são mecanismos sofisticados de movimentação, proteção, sobrevivência e evolução.

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Qualidade de Vida

O que acontece com os ossos depois de uma fratura? Qual o papel do cálcio?

Os ossos podem se regenerar sozinhos e contam com o cálcio nesse processo.

Pode ser uma topada na cadeira (ouch!), uma queda de bicicleta, um acidente doméstico ou de trânsito, durante a prática esportiva, ou como sintoma da osteoporose. Seja qual for o motivo, uma fratura óssea acontece quando há a perda de continuidade de um osso, fazendo com que ele seja dividido em dois ou mais fragmentos.

A dor é de chorar (deu até pra sentir aí, né?) e nos segundos seguintes – ou no máximo algumas horas até que o corpo esfrie e a adrenalina passe -, já é possível notar alguns sinais no local acidentado: inchaço, hematomas arroxeados, deformidade e a impossibilidade de mexer o membro.

Isso acontece porque depois de uma fratura, nosso organismo entra em ação para “juntar os cacos” e consertar o estrago. E é justamente nesse processo de “colagem” que as células ósseas agem usando parte do cálcio, depositado no restante do esqueleto, para reconstruir o osso partido.

Veja o processo completo da fantástica capacidade de reconstrução dos ossos do nosso corpo. Fique com a gente até o fim.

Alerta vermelho

alerta do cálcio

No momento da fratura, vasos sanguíneos acabam se rompendo dentro do osso e também nos tecidos ao redor dele. Com isso, o sangue vaza e forma uma camada gelatinosa, um coágulo, entre as partes quebradas para que elas fiquem mais estáveis. Além disso, esse sangue traz substâncias inflamatórias para estimular as células no trabalho de regeneração óssea. 

Células ósseas em ação

células ósseas em ação

Depois de emitido o sinal de alerta, duas das células que formam o tecido ósseo entram em ação:

1- Os osteoclastos, responsáveis pela reabsorção e remodelagem do osso, começam a “limpar” os fragmentos que restaram da fratura e iniciam a eliminação das células mortas e do coágulo;
2-  Por sua vez, os osteoblastos, que fazem o controle do processo de mineralização do osso, se multiplicam e passam a produzir um tecido cartilaginoso para cicatrizar a fratura – o calo mole. Em duas semanas, dependendo da gravidade da lesão, o calo une as duas pontas da fratura como veremos mais abaixo.

Preciso usar gesso?
Quando o tipo de fratura é simples, ou seja, quando as partes quebradas continuam alinhadas, é necessário imobilizar o local com gesso para dar uma ajudinha na regeneração óssea e evitar que as duas pontas do osso rompido mudem de direção ou colem de forma errada. Para fraturas no membros inferiores, o gesso pode ser substituído por uma bota imobilizadora com a mesma finalidade. 

ação do cálcio nas fraturas ósseas

Cálcio + fosfato = super cola óssea

A cartilagem, que a princípio deu origem ao calo mole, é preenchida por cálcio e fosfato, tornando-se endurecida. Essa segunda fase é conhecida como calo duro. Por isso, é comum o aparecimento de uma pequena saliência na região.

Mas ainda que a região em processo de recuperação passe por uma rápida mineralização e o novo calo proporcione certa estabilidade, ele ainda não tem a mesma resistência de um osso por inteiro. Isso quer dizer que as células ósseas – os osteoblastos – agem usando parte da reserva de cálcio que mantém os ossos saudáveis e em constante renovação, para reconstruir o osso partido.

“Com o tempo, a circulação sanguínea do osso melhora, a resistência aumenta e o organismo conclui o seu trabalho de colagem natural do osso.”

Pouco a pouco, nosso organismo será capaz de remodelar e fortalecer o osso precoce, fazendo com que o estrago seja totalmente recuperado e a protuberância do calo desapareça. A estrutura volta a ter o formato anterior, e tchãram!, a mágica das células ósseas acontece: temos um osso novinho em folha.

É verdade que o osso fraturado fica mais forte após cicatrizar?

É verdade… em partes! Podemos dizer que existe alguma verdade nessa afirmação no curto prazo. Como vimos, durante o processo de cicatrização, a calosidade mole se forma ao redor da fratura para protegê-la e depois endurece para formar o novo osso.

Sendo assim, é verdade que algumas semanas após o processo de recuperação o osso fraturado se torna mais forte que um osso normal à sua volta: “A região em processo de recuperação passa por uma rápida mineralização, mas como você não pode usá-la, o restante do osso é desmineralizado”, explica o médico Dr. Terry D. Amaral, diretor de cirurgia ortopédica pediátrica do Centro Médico Montefiore, em Nova York.

Então, com o tempo, toda a região acaba atingindo uma resistência por igual, e o local da fratura não tem uma probabilidade maior e nem menor de quebrar novamente. Nem que o osso cicatrizado seja mais forte ou mais fraco que os demais.

Osteoporose e o risco de fratura

Geralmente, uma pessoa sustenta de dois a três ossos fraturados durante a vida. Isso significa que quebrar o pé, o braço ou mesmo um dedinho, faz parte do azar de muita gente por aí (principalmente dos mais estabanados como eu rs) e por isso mesmo é muito comum que isso aconteça em qualquer faixa etária.

No entanto, o risco se torna maior e também mais frequente conforme a idade avança em razão das alterações da estrutura óssea, como a desmineralização do osso, fazendo com que ele se torne mais poroso, frágil e quebradiço – ligando o alerta para a osteoporose.

A osteoporose é uma doença silenciosa, que atinge principalmente as mulheres na fase da menopausa, e causa o enfraquecimento dos ossos. Justamente por não apresentar sintomas claros, é difícil obter um diagnóstico até que ocorram as primeiras fraturas, principalmente nos ossos do punho, quadril e coluna vertebral. Por isso, é preciso redobrar os cuidados com a reposição dos níveis diários de cálcio e vitamina D no organismo em pessoas acima dos 50 anos, já que uma fratura a essa altura do campeonato dificulta a reparação do osso quebrado e aumenta as chances de cirurgia.

ossos com osteoporose

Parece mesmo mágica, mas é só mais um dos incríveis poderes de cura do nosso organismo: produzir a própria cola para juntar os cacos, ou melhor, os ossos quebrados. Basta uma ajudinha das super células ósseas e das moléculas de cálcio e temos ossos fortes e saudáveis novamente, prontos para pegar no tranco.

Malacal é um suplemento vitamínico e mineral que contém cálcio e vitamina D em sua fórmula e foi desenvolvido para suprir as necessidades diárias do organismo de homens e mulheres, estimulando a reabsorção óssea e reduzindo o risco de fraturas. Quem suplementa se move melhor.

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Importância do cálcio para crianças: o nutriente do desenvolvimento e crescimento infantil

A saúde dos dentes e ossos começa na infância. Pais devem estar atentos à importância do cálcio para crianças.

Nutrientes essenciais para a saúde da garotada, entre eles o cálcio, podem ser facilmente encontrados nos alimentos, por isso, o consumo diário de vitaminas e minerais deve ser pensado com a devida atenção e carinho, afinal, o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes depende disto.

Mas os pais sabem que a correria do dia a dia dificulta a preparação de pratos multicoloridos, atraentes, repletos de fontes nutritivas e o tal do “mas eu não gosto disso!” seguido de uma careta de dar medo, acabam prejudicando a alimentação dessa galerinha. 
Muito mais que fazer bonito para as visitas no almoço, é preciso lembrar da importância do cálcio para crianças, uma dieta pobre em cálcio pode causar a perda de massa óssea, problemas dentários e de peso nos pequenos, e até provocar osteoporose no futuro.

Falta de cálcio na infância inibe o crescimento

O baixo consumo de cálcio pode comprometer a formação do feto na barriga da mãe, provocar o nascimento de bebês com peso abaixo do normal, inibição do crescimento dos dentinhos e de ossos fortes para aprender a andar, correr e brincar nos primeiros anos da infância, já que 90% do mineral se encontra em nossa estrutura esquelética.

Há, também, chances maiores da criança desenvolver sobrepeso e obesidade, raquitismo e de apresentar déficit de crescimento durante a puberdade, fase em que ocorre um intenso desenvolvimento ósseo e muscular nos adolescentes, em razão das mudanças hormonais que demandam mais cálcio.  
Outro problema ocasionado pela deficiência do nutriente tem a ver com a fragilização dos ossos e com as chances de fraturas que acabam diminuindo a qualidade de vida das crianças.

“Algumas pesquisas demonstram que o baixo consumo alimentar de cálcio na infância e na adolescência pode causar o aparecimento de doenças ósseas, como a osteoporose precoce e osteoporose na fase adulta e idosa”.

No entanto, a falta de cálcio também pode afetar todo o corpo, já que, entre outras funções, o nutriente tem participação ativa na coagulação sanguínea, na contração muscular e transmissão de impulsos nervosos, secreção hormonal e liberação de enzimas importantes para o metabolismo.

A quantidade ideal de cálcio varia de acordo com a faixa etária e os pais ou responsáveis devem estar atentos e incentivar o consumo diário de cálcio durante toda a infância e a adolescência: 

– Crianças de 1 a 3 anos – 700 miligramas por dia;
– Crianças dos 4 aos 8 anos – 1.000 miligramas por dia;
– Crianças e adolescentes dos 9 aos 18 – 1.300 miligramas por dia;

Importância do cálcio para crianças, Bem como outros minerais e vitaminas que têm papel considerável nas necessidades diárias das crianças, cabe ao pediatra e nutricionista fornecer as orientações corretas para a dieta infantil e, claro, para a fase de amamentação dos bebês.

Alimentação colorida, um arco-íris de benefícios

Grande parte da alimentação infantil é influenciada pela indústria alimentícia e também pelas propagandas de TV. E os pais e responsáveis sabem que, muitas vezes, é preciso rebolar para fugir das “chechelentices” industrializadas e ofertar uma alimentação mais colorida, nutritiva, e natural.

A variedade de cores, texturas, aromas e sabores dos alimentos in natura são capazes de fornecer uma gama de benefícios nutricionais para os baixinhos. Verduras verde-escuras, como o brócolis, espinafre e couve, são excelentes fontes de cálcio. Ovo, grão de bico, feijão e demais leguminosas, pescados como sardinha e marisco e oleaginosas como gergelim, amêndoa e nozes também são listados como os principais ingredientes que contêm o nutriente.Em contrapartida, a cafeína, encontrada nos refrigerantes, é prejudicial à absorção do mineral quando consumida em excesso por crianças e adolescentes, já que tem o poder de “sequestrar” o cálcio dos ossos. O segredo ainda continua sendo um prato diversificado e equilibrado. 

Porquê oferecer leite ao seu filho

O leite é a principal fonte alimentícia da infância. Aproximadamente, 70% do cálcio vem do leite e de seus derivados, sendo o alimento com maior concentração do nutriente e, portanto, fundamental para a formação de massa óssea – que será 70% constituída até a adolescência – e para o crescimento e desenvolvimento dos pequenos e dos jovens. 

“Nos primeiros anos de vida, o consumo de leite garante a quantidade adequada de cálcio, sendo que nos 6 primeiros meses, o leite materno supre totalmente as necessidades nutricionais da criança.”

Caso seu filho não apresente nenhum tipo de intolerância à lactose e não seja lá muito fã de leite, experimente oferecer derivados, como queijo branco no sanduíche natural, iogurte natural batido com uma fruta ou patê de requeijão com atum para o lanche da tarde ou da escola.

Ou seja…

Para que seus filhos cresçam fortes e saudáveis, com ossos que resistam às brincadeiras de uma infância feliz e bem vivida, não deixe de incentivar o consumo de cálcio diariamente. Não esqueça de consultar o médico pediatra e contar com a ajuda de um nutricionista. 

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6 minerais que estão presentes na natureza e não podem faltar no nosso corpo

Atuando em funções vitais do organismo humano, é ideal que a quantidade diária do s minerais seja ingerida por meio de uma boa alimentação ou suplementação adequada.

Talvez você não tenha se dado conta, mas minerais como cobre, ferro, manganês e selênio – isso para citar alguns – estão presentes não apenas na natureza, como também em nossos tecidos, sangue, urina, fezes, suor e saliva, e chegam a representar de 4 a 5% do peso corporal em mulheres e homens adultos. Já no ambiente natural, eles estão presentes no solo, nas águas e também nas plantas.

Isso quer dizer que todos os seres vivos necessitam se alimentar de nutrientes para ter energia, se desenvolver corretamente, se reproduzir e completar seu ciclo natural de vida.

Entretanto, os minerais são recursos finitos, ou seja, que acabam, e nem o organismo, nem mesmo as plantas, são capazes de fabricá-lo ou recuperá-lo sozinhos. Daí a importância fundamental de corrigir sua deficiência através da alimentação ou suplementação adequadas.

ingestão de minerais

O que são minerais?

Minerais são substâncias inorgânicas, isto é, que têm origem mineral e, portanto, não podem ser produzidas no organismo de um ser vivo. 

Ao mesmo tempo, esses nutrientes desempenham funções vitais de equilíbrio e manutenção no metabolismo humano e juntamente com as vitaminas, ativam o funcionamento das enzimas, pecinhas que desencadeiam as reações químicas e metabólicas para que nosso corpo realize suas atividades diárias.
E por isso são classificados de acordo com a quantidade necessária para o funcionamento do organismo:

  • Macrominerais: com necessidade diária maior, ou seja, funções ligadas à estrutura e formação dos ossos, regulação dos fluidos corporais e secreções digestivas;
  • Microminerais (ou oligoelementos): com necessidade diária menor,ou seja, funções relacionadas ao sistema imunológico, reações bioquímicas e ação antioxidante. 

Qual a relação dos minerais com a boa alimentação?

Como vimos, os minerais são geralmente encontrados na terra, sendo incorporados aos vegetais durante seu cultivo e que depois servirão de alimento para os animais e para nós humanos. Portanto, uma alimentação balanceada é a principal forma de obter quantidades suficientes à saúde, principalmente, durante a infância, fase da vida em que criamos reservas da substância no organismo.

Alimentos como verduras, frutas e cereais integrais, são as principais fontes de sais minerais e sua concentração varia, justamente, pelo solo em que foram cultivados. Da mesma forma, carnes e laticínios também podem conter os nutrientes a depender da alimentação do animal. 

almoço em família

Mas é preciso chamar a atenção para a situação nutricional nos lares brasileiros, cada vez mais de baixa qualidade e com altas taxas de sobrepeso/obesidade. De acordo com dados levantados pela POF – Pesquisas Orçamentárias Familiares – POF 2017-2018, divulgada em agosto de 2020, a mudança alimentar provocada pelos padrões de vida modernos é caracterizada pelo aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e pela redução da ingestão de frutas, legumes e verduras, impactando a quantidade de minerais que deveriam ser consumidos diariamente.

Cerca de 85% dos adolescentes, de ambos os sexos, consomem pouco cálcio, e entre 50% e 85% deles ingerem pouco magnésio e fósforo. Para adultos de ambos os sexos, o cálcio é o mineral que sobressai com inadequação maior que 85%. Entre os idosos de ambos os sexos,  cálcio e magnésio estão entre os nutrientes com maior  ingestão inadequada, acima de 50%.

Não custa lembrar que assim como altas taxas de obesidade, a desnutrição também é reflexo da deficiência de nutrientes — e esta não está relacionada apenas à quantidade dos alimentos no prato, mas também à qualidade destes. 

Como é feita a absorção mineral pelo organismo?

A simples presença do mineral no alimento ou suplemento não garante que a absorção e utilização nos tecidos e células seja automática quando ingerido por nós, pois depende da biodisponibilidade.

Mas o que isso significa?

Fatores como quantidade ingerida, forma química, eficiência da absorção, metabolização, interação com outros nutrientes podem interferir na velocidade com que os minerais interagem em benefício do nosso corpo.

Alguns minerais também podem ser armazenados para serem utilizados posteriormente em outro órgão, como quando o nível de cálcio diminui no sangue e sais de cálcio são retirados dos ossos para suprir a deficiência.

6 minerais necessários para o seu organismo

CÁLCIO

minerais: cálcio

É o mineral mais abundante no corpo, sendo 99% do cálcio presente em nossos dentes  e ossos, ficando o restante dividido entre corrente sanguínea, músculos, fluidos extracelular e outros tecidos. E não à toa, exerce papel fundamental na formação e manutenção do esqueleto, no fortalecimento de ossos e dentes, além de auxiliar na contração muscular e na coagulação sanguínea, reparar os tecidos e aumentar a rigidez da membrana plasmática.

Fontes alimentícias: Peixes como lambari, sardinha, leite de vaca e seus derivados, soja, feijão, semente de chia, gergelim e costela suína.

FÓSFORO

minerais: fósforo

Juntamente com o cálcio, é um dos principais componentes dos ossos e dentes. Outro grande destaque do fósforo é sob a forma de fosfato, se transformando em componente do DNA e RNA, moléculas necessárias para transmissão das informações hereditárias e para a síntese proteica.  Atua ainda na ativação da cascata de coagulação e na manutenção do pH.

Fontes alimentícias: Feijão, lentilha, leite de vaca integral, fígado de frango, camarão, semente de chia, gergelim, gema de ovo.

FERRO

minerais: ferro

Aproximadamente 2/3 do ferro presente no nosso corpo está sob a forma de hemoglobina.
Entre suas principais funções está o transporte de oxigênio dos pulmões para os demais órgãos e tecidos. A manifestação mais comum da deficiência de ferro na saúde é a anemia que resulta da insuficiência de hemoglobina e transporte de O2.

Fontes alimentícias: Feijão, fígado de boi, fígado de frango, couve, gema de ovo, pitaya, castanha de caju, semente de chia.

MAGNÉSIO

magnésio

Com participação em mais de 300 enzimas na regulação e proliferação celular, o magnésio é responsável pelo transporte de cálcio e potássio por meio das membranas celulares. Seu maior reservatório, cerca de 53%, fica nos ossos e 27% nos músculos, por isso é tão fundamental para formação óssea, dentária e também de anticorpos no sistema imune. No mais, o magnésio atua no controle da contração e relaxamento muscular, pressão sanguínea e na transmissão de sinais entre sistema nervoso e mecanismos da insulina.

Fontes alimentícias: Soja, feijão, semente de chia, banana, macaúba, brócolis, abacate, peito de frango e leite integral.

MANGANÊS

manganês

A carência de manganês no nosso organismo pode causar prejuízos de crescimento, formação e regulação da estrutura óssea. Além disso, o nutriente tem importante participação na formação de tecidos, colesterol bom, no metabolismo de aminoácidos e na regulação de neurotransmissores e enzimas, como a manganês superóxido dismutase (MnSOD), que possui ação antioxidante.

Fontes alimentícias: Palmito juçara, arroz integral, aveia, avelã, noz pecã, mexilhão e coentro.

ZINCO

zinco

Muito conhecido entre as mamães, o zinco é o nutriente responsável pelo desenvolvimento fetal e cerebral, tendo, também, grande participação na formação óssea. É muito comum que a deficiência de zinco cause déficit de crescimento, atraso na maturação sexual, insuficiência do sistema autoimune, cicatrização lenta de feridas e risco de arteriosclerose, além de sinais como diarréia crônica e pouco apetite.

Fontes alimentícias: Grão-de-bico, semente de chia, castanha de caju, polpa de coco, ostra, acém bovino e ovo de galinha.

Finalizando…

Assim como a falta de nutrientes é prejudicial ao nosso organismo, o seu excesso também. Portanto, não comece nenhum tipo de suplementação vitamínica ou mineral sem antes passar por uma avaliação clínica e ter a indicação de um especialista. Sempre que precisar, você pode contar com Malacal, o suplemento de cálcio e vitamina D desenvolvido para suprir as necessidades diárias do organismo, que estimula a reabsorção óssea e reduz o risco de fraturas. Malacal tem absorção superior a 40% e não diminui a absorção de outros minerais.

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