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Qualidade de Vida

Qual a importância da vitamina D na gravidez

A vitamina D na gravidez é indispensável para a boa saúde tanto da mãe como do bebê, afastando o risco de pré-eclâmpsia e de parto prematuro.

É comum que durante a gravidez o cuidado com a ingestão de nutrientes seja redobrado, afinal, mamães e bebês devem se manter saudáveis para que tudo corra bem no momento do parto. Há quem brinque com o lance das mulheres que acabam se tornando experts em memorizar nomes e os benefícios de vitaminas e minerais que não podem ficar de fora da alimentação no primeiro trimestre da gestação, como ferro, ácido fólico, ômega 3…

 E ela, a vitamina D.

Também chamada calciferol, o nutriente é responsável por promover a absorção do cálcio pelo organismo, contribuindo para a boa saúde do sistema imunológico, ósseo e muscular, além de manter o bom funcionamento do coração e do cérebro.

No entanto, estudos recentes revelam que a deficiência da vitamina pode estar relacionada à incidência de baixo peso dos recém-nascidos e favorecer doenças como a pré-eclâmpsia (pressão alta na gravidez), diabetes gestacional e infecção vaginal.

Em contrapartida, a suplementação dos níveis ideais deste nutriente melhora a acomodação da placenta no organismo materno, evitando, também, inflamações e alergias.

gravidez

Quais os riscos da falta de vitamina D na gravidez?

Os principais problemas causados pela deficiência de vitamina D durante a gravidez estão relacionados ao aumento de problemas como diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, parto prematuro e bebês com autismo.

Um estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, publicado no periódico The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, concluiu que mulheres que apresentavam deficiência em vitamina D, no início da gravidez, corriam maior risco de dar à luz bebês com baixo peso. Segundo os autores, a falta do nutriente pode aumentar as chances de morte prematura e doenças crônicas na criança. 

Durante a pesquisa,  os autores acompanharam a gravidez de 615 mulheres, avaliando periodicamente os níveis de vitamina D na corrente sanguínea das participantes e o peso que seus bebês tinham ao nascer. A pesquisa incluiu apenas gestantes que deram à luz no período considerado como normal – entre a 37ª e a 42ª semanas de gravidez.

De acordo com os resultados, mulheres que apresentavam níveis menores de vitamina D no primeiro trimestre da gravidez – ou até a 14ª semana -, em comparação com as que tinham os maiores níveis, manifestaram duas vezes mais chances de ter bebês com o peso mais baixo.

A explicação, segundo os pesquisadores, é de que “a falta de vitamina D prejudica a absorção de cálcio pelo organismo, o que, em grávidas, pode acabar reduzindo o crescimento ósseo do feto” e, consequentemente, fazendo com que ele nasça com peso abaixo do normal. 

Portanto, os autores sugerem que a suplementação de vitamina D deve ser considerada como uma alternativa viável e segura de garantir, ou ao menos de aumentar a chance dos bebês nascerem com peso saudável.

vitamina d na gravidez

A falta de vitamina D durante a gestação pode trazer os seguintes riscos para o bebê e para a mãe:

Riscos para a mãe*
* Principalmente mulheres com doenças como obesidade e lúpus, que aumentam o risco da falta do nutriente
– Diabetes gestacional
– Pré-eclâmpsia
– Infecções vaginais
– Partos cesarianas
– Hemorragia grave no pós-parto
– Doenças como osteoporose, hipertensão, câncer, derrames e doenças autoimunes

Riscos para o bebê

– Parto prematuro
– Baixo peso ao nascer
– Aumento da quantidade de gordura
– Problemas de crescimento ósseo ou raquitismo
– Chances de desenvolver autismo e esclerose múltipla

gravidez e a importância da vitamina d

Grávidas devem manter uma rotina saudável de exposição ao Sol

A relação entre a luz solar e a produção de vitamina D é muito significativa, já que, aproximadamente, 90% da vitamina D que necessitamos para manter a boa saúde vem da exposição ao Sol.

Por isso, os níveis de vitamina D da mulher durante o período da gravidez, quando não obtidos em alimentos como peixes, gema de ovo, fígado, folhosos verde escuro, ou pela suplementação vitamínica, devem ser garantidos pela exposição aos raios ultravioletas, caso contrário, podem significar para o filho, um maior risco de desenvolver esclerose múltipla.

Pesquisadores britânicos concluíram que crianças nascidas nos meses mais ensolarados do ano – logo, com maior produção de vitamina D pelo organismo -, eram menos propensas a sofrer de esclerose múltipla do que aquelas nascidas em épocas com menor incidência solar. A descoberta foi divulgada no Jornal de Neurologia, Neurocirurgia e Psiquiatria, do Reino Unido.

gravidez e a vitamina d

Recomendação diária de vitamina D para as mamães

Mulheres em idade fértil que, até bem pouco tempo atrás, estavam planejando ou tentando ter um bebê, sabem que manter bons níveis de vitamina D no organismo induzem melhor a ovulação e, portanto, são essenciais desde o começo para engravidar.

Segundo ginecologistas, o monitoramento dos níveis de vitamina D nas gestantes é absolutamente necessário, por isso, as futuras mamães devem ficar bem atentas aos seus níveis de vitamina D também após a concepção. E, caso haja necessidade, o médico poderá indicar e orientar a sua suplementação. 

A recomendação diária de vitamina D para gestantes é de 600 UI ou 15 mcg/dia. 

Vale lembrar que, em geral, essa recomendação não será atingida apenas pela ingestão de alimentos ricos em vitamina D, e por essa razão, as gravidinhas precisam manter uma rotina diária saudável de banho de sol, por pelo menos 15 minutos. Já para mulheres de pele mais escura ou negra, é preciso de 45 min a 1 hora de sol por dia para uma boa produção vitamina D.

Finalizando…

Um momento tão especial, como a concepção de uma nova vida, merece uma atenção redobrada. Mamães, de primeira viagem ou não, devem manter o cuidado com a ingestão de nutrientes antes, durante e após o parto. A chegada de um filho no mundo deve ser como a luz quentinha do Sol: radiante e rica em saúde. Por isso, lembre-se sempre de contar com Malacal para repor os níveis ideais de cálcio e vitamina D. Malacal possui absorção superior a 40%, minimiza os efeitos indesejados no trato gastrointestinal, pode ser ingerido em jejum, não aumenta o risco de formação de cálculo renal e não diminui a absorção de outros minerais.

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Até a próxima 🙂

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Prevenção feminina: 10 cuidados importantes com a saúde da mulher

O autocuidado é essencial para manter em dia a saúde da mulher nas diferentes fases da vida. Um acompanhamento preventivo ajuda a diagnosticar doenças de forma precoce, além de aumentar a chance de cura e desmistificar diferentes tabus.

A preocupação e o cuidado com a saúde da mulher é uma conquista recente, com pouco mais de três décadas, apesar do sexo feminino representar a maioria entre a população brasileira. Anos atrás, ainda era comum que, nos sistemas de saúde por todo o mundo, a prioridade do acompanhamento da saúde feminina fosse tradicionalmente pautado pelo campo reprodutivo.

No entanto, com o advento da pílula anticoncepcional e de outros métodos contraceptivos, as mulheres passaram a ter mais autonomia sobre seu corpo e a saúde feminina ficou mais abrangente.

É por isso que, hoje, quando falamos sobre saúde da mulher, estendemos tais cuidados à prevenção do câncer de mama e de colo de útero, à doenças como diabetes e cardiovasculares, o acesso à vacinas específicas, sem deixar de levar em conta, também, questões de gênero, de orientação sexual, de raça e os condicionantes sociais que impactam a saúde e a vida de meninas e mulheres de diferentes idades.

E como março é considerado o Mês da Mulher, o Malacal dedicou uma seção especial com informações para manter as mulheres na rota segura do cuidado diário e da prevenção. 

Saúde da mulher

O recente cuidado com a saúde da mulher

Fazendo um rápido recorte cronológico dos cuidados com a saúde da mulher, as políticas nacionais de saúde só passaram a incluir pautas que iam além das questões relacionadas à gestação e aos partos, somente nas primeiras décadas do século XX.

Nas décadas de 1960 e 70, o surgimento da pílula anticoncepcional foi recebida pelas mulheres como uma verdadeira revolução, que permitiu discutir o sexo de forma separada da procriação, proporcionando a elas, o controle sobre sua própria fertilidade para dar início a uma maior participação no mercado de trabalho.
Graças a essas significativas mudanças e lutas femininas pela autonomia e o direito sobre o próprio corpo, é que passou-se a considerar que as singularidades do corpo feminino são muitas e mereciam atendimento integral com o acolhimento de diferentes necessidades, além da garantia de acesso a elas de forma fácil, ampla e gratuita.

Nos anos seguintes, o que se viu foram novas diretrizes sendo adotadas para implementar estratégias de controle, rastreamento e o combate à diversas doenças que atingem em maior grau e número as pacientes do sexo feminino com campanhas anuais para alertar as mulheres sobre os riscos do câncer de mama, de ovário e de colo do útero, entre outras.

Saúde da mulher: porque conhecer o próprio corpo

É impossível falar do cuidado com a saúde da mulher sem falar e conhecer o próprio corpo. Além de ser um gesto de carinho e acolhimento consigo mesma, olhar de perto para as mudanças naturais do organismo, permite identificar sinais, por menores que sejam, e procurar ajuda médica o quanto antes.

Se houver algum indício de doença, o diagnóstico será precoce e as chances de cura serão maiores. Além do mais, avaliar diferentes sintomas, desde dores de cabeça, mudanças repentinas de humor ou flutuações no peso, e outros sinais são igualmente importantes para que você possa buscar ajuda.

Por exemplo, quando você controla sua menstruação, anotando os dias em que o período menstrual se inicia, é possível saber quando ela está regular ou atrasada. A mesma coisa com o autoexame das mamas. Tocar os seios durante o banho ou em frente ao espelho facilita a identificação de possíveis carocinhos ou protuberâncias entre um exame de mamografia. 

E mais! Conhecer o próprio corpo também aproxima as mulheres de sua sexualidade e do seu prazer, rompendo com tabus impostos pela sociedade e encontrando maior satisfação em ter uma vida sexual ativa e saudável, seja sozinha ou com seu parceiro(a).

saúde da mulher

As principais mudanças no corpo feminino

Na puberdade

A puberdade marca a transição para a fase adulta e é acompanhada por uma série de mudanças hormonais e no corpo das meninas que, em geral,  iniciam entre os 8 aos 13 anos. É aqui que ocorre o famoso “estirão” de crescimento, sendo uma fase de grande desenvolvimento para a menina. Esse período marca o início do crescimento hormonal – como progesterona, estrógeno, FSH e LH – até que ocorra a completa maturidade sexual do corpo, resultando em significativos sinais físicos como:

  • Aparecimento das mamas;
  • Crescimento dos pelos pubianos;
  • Acúmulo de gordura no quadril;
  • Início e regulação do ciclo menstrual.

Na menopausa

Sendo o marco orgânico oposto à menstruação, a menopausa é conhecida como a última menstruação, ou também como o sinônimo do climatério. Ou seja, é a fase de transição entre a vida fértil e o encerramento do ciclo de fertilidade do corpo feminino. Por essa razão, há uma queda brusca de hormônios, até que o ovário interrompa definitivamente suas funções. 

Leia também:
Mitos e verdades. O que te contam sobre a menopausa que é, ou não, fato

saúde da mulher

10 cuidados primordiais para a saúde da mulher

O Ministério da Saúde preparou uma lista especial com os 10 cuidados primordiais com a saúde da mulher e nós replicamos aqui para que você possa identificar precocemente hábitos nocivos, sintomas físicos e psíquicos para procurar ajuda médica e para aderir a hábitos saudáveis na sua rotina. Confira:

 1 – Manter alimentação saudável

Uma alimentação saudável, com o consumo de alimentos in natura traz inúmeros benefícios à saúde. Resulta na redução de fatores de risco para doenças, como o sobrepeso e o aumento do colesterol, além do bem estar físico e mental e da importância do vínculo entre mãe e bebê durante o período de amamentação.

2 – Cuide de sua saúde mental

As mulheres se encontram em uma situação de vulnerabilidade por ganharem menos, por estarem concentradas em profissões menos valorizadas, por terem menor acesso aos espaços de decisão no mundo político e econômico, por sofrerem violência doméstica, física, sexual, psicológica, econômica, além da negligência e abandono. Por isso, identificar precocemente sintomas psíquicos e buscar acolhimento de saúde é muito importante.

3 – Falando de Sexualidade

A sexualidade engloba um conjunto de aspectos que envolvem o prazer, o desejo, o amor etc. Portanto, conhecer o próprio corpo é fundamental para identificação dos pontos de prazer e exercício da sexualidade, em todas as idades, e que mudam de acordo com as vivências e experiências com o passar dos anos.

Falar da sexualidade das mulheres ainda é um tabu, o que dificulta a busca de informação e a superação de obstáculos para que se alcance uma vida sexual saudável e com qualidade em diferentes faixas etárias.

4 – Conhecer seu próprio corpo

Muitas mulheres não conhecem seu próprio corpo devido a tabus impostos por valores sociais e questões que envolvem sexualidade e gênero. A saúde sexual é essencial tanto para homens como para mulheres se manterem saudáveis física e emocionalmente. Porém, ainda é grande o número de mulheres que sabem pouco ou nada sobre a anatomia e o funcionamento do seu próprio corpo.

5 – Realizar exames de rastreamento

O Sistema Único de Saúde oferece exames para rastreio do câncer de colo de útero e câncer de mama para as mulheres, como a coleta do exame Papanicolau, que deve começar aos 25 anos de idade para as mulheres que já iniciaram a vida sexual. Os exames devem seguir até os 64 anos e serem interrompidos quando, após essa idade, as mulheres tiverem pelo menos dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos.

O rastreamento para o câncer de mama, com o exame de mamografia é recomendável para as mulheres de 50 a 69 anos é a realização de mamografia a cada dois anos e do exame clínico das mamas a cada ano.

6 – Proteger- se contra IST/HIV

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada. A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação.

O uso de preservativos feminino ou masculino é a forma de vivenciar a sexualidade de forma segura. Vale lembrar que o uso do preservativo não serve somente para evitar gravidez, mas é fundamental utilizá-lo para prevenção das IST, HIV/Aids. Ocorrendo sexo sem preservativo, procure uma unidade básica de saúde para ter orientações e faça os testes rápidos.

7 – Faça escolhas conscientes sobre métodos contraceptivos

O Sistema Único de Saúde disponibiliza diversos métodos contraceptivos para que adolescentes e mulheres possam escolher a maneira mais confortável de planejar quando, como e se vão querer ter filhos. A mulher pode escolher entre os métodos: injetável mensal, injetável trimestral, minipílula, pílula combinada, diafragma, Dispositivo Intrauterino (DIU), além dos preservativos feminino e masculino.

8 – Busque ajuda em caso de violência

A violência doméstica afeta mulheres de todas as classes sociais, raças, etnias, faixas etárias e orientações sexuais, e é considerada uma das principais formas de violação dos direitos humanos, por atingir o direito à vida, à saúde e à integridade física.

São mulheres que vivenciam situações de medo, pânico, baixa autoestima, ansiedade, angústia, humilhação, vergonha e culpa, perda da autonomia e, muitas vezes, fragilidade emocional que dão origem a doenças como depressão, síndrome do pânico, ansiedade, distúrbios psicossomáticos, entre outras.

Se esse for o seu caso ou de alguma conhecida, converse com pessoas de sua confiança e vá até um serviço de saúde mais próximo e peça ajuda.

9 – Utilize práticas saudáveis para os sintomas comuns durante os ciclos menstruais e no climatério/menopausa

Viabilizando a conscientização de seus direitos, das possibilidades preventivas e terapêuticas e das implicações sobre o seu corpo, as mulheres podem decidir de forma autônoma e segura sobre quais medicamentos e práticas não afetam negativamente sua saúde física e emocional e não para alimentar falsas expectativas como a eterna juventude e beleza.

10- Planeje e vivencie uma gestação saudável

O planejamento reprodutivo é um importante recurso para a saúde das mulheres, ele contribui para uma prática sexual mais saudável, possibilita o espaçamento dos nascimentos e a recuperação do organismo da mulher após o parto, melhorando as condições que ela tem para cuidar dos filhos e para realizar outras atividades.

O acompanhamento pré-natal assegura o desenvolvimento da gestação, permitindo o parto de um recém-nascido saudável, sem impacto para a saúde materna, inclusive com abordagens de aspectos psicossociais e as atividades educativas e preventivas.

A opção por não ter filhos também deve ser assegurada, e a abordagem nessa situação deve ser livre de preconceitos e crenças por parte dos profissionais de saúde.

Vida longa a mulher que se ama e se cuida! 

Encontrar tempo para si e para a própria saúde é a maior prova de amor que você pode dar a quem ama.  Mesmo com a correria do dia a dia, do trabalho e afazeres de casa, é fundamental não negligenciar alguns minutos do dia para se manter atenta aos sinais do corpo e se manter saudável por inteira, por você, por outras mulheres e pela sua família. Se toque com carinho, conheça seu corpo, faça o autoexame das mamas e o acompanhamento anual. Lembre-se sempre de contar com Malacal para repor os níveis ideais de cálcio e vitamina D, especialmente você, mulher, que está no período da menopausa.

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Qualidade de Vida

Porque o cálcio e a vitamina D não podem ficar de fora da alimentação dos atletas

Uma dieta rica em nutrientes pode prevenir riscos de fratura por estresse e aumentar a potência cardiorrespiratória nos treinos e competições

O que define a vitória ou derrota de um atleta?

Comprometimento, horas diárias de treino, estratégia tática, oponente, foco, força, resistência física, fator sorte? Mas, além de tudo isso, o quanto a alimentação e a dieta rica em nutrientes pode determinar um lugar no pódio da glória ou do fracasso na prática esportiva?

Grande parte dos atletas e profissionais multidisciplinares desportivos sabem que a alimentação tem extrema importância para manter a saúde e maximizar os resultados.

Uma alimentação que não forneça tudo o que um atleta de alto rendimento precisa, com baixa disponibilidade de nutrientes e energia, pode resultar em uma perda indesejada de massa muscular, aumentar o risco de lesões e fadiga muscular, afetar a performance, além de provocar distúrbios hormonais. E é claro, ser decisivo no resultado de uma competição ou campeonato.

Sendo assim, o cálcio é uns dos minerais mais importantes na dieta alimentar de atletas profissionais, devido à diferentes propriedades que, além de compor boa parte da estrutura óssea, deixando-a resistente para a prática do esporte, também contribui para a contração das fibras musculares, coagulação sanguínea, transmissão dos impulsos neurais, ativação de enzimas e, ainda, da  síntese de vitamina D.

Por reunir tantos benefícios, o interesse pela suplementação de cálcio e vitamina D aumentou consideravelmente entre atletas que necessitam de ambos os nutrientes para ter seu aparelho muscular em ordem e um maior desempenho nos exercícios que envolvam disciplina e metas.

Como o cálcio e a vitamina D interferem na performance

Pesquisas recém publicadas sobre os efeitos da suplementação no desempenho esportivo fazem revelações surpreendentes quanto ao aumento da capacidade cardiorrespiratória e a eficácia do cálcio e vitamina na prevenção de fraturas por estresse.

O primeiro, um estudo da European Society of Cardiology (ESC), publicado em 2018, no European Journal of Preventive Cardiology, acompanhou 1.995 participantes nos EUA, com idade entre 20 e 49 anos, sendo 13% hipertensos e 4% diabéticos. Divididos em quatro grupos, aqueles que consumiram mais vitamina D tiveram uma aptidão cardiorrespiratória quatro vezes maior. Após ajustar os fatores que poderiam influenciar a associação (como sexo, idade, tabagismo, IMC, hipertensão e diabetes), a ligação permaneceu significativa, com força de quase três vezes, sugerindo que o consumo máximo de oxigênio (VO2) pode estar relacionado à absoração de vitamina D.

Já um estudo australiano recente mostrou que fraturas de estresse, que antes eram quase uma exclusividade de atletas de alta performance, estão se tornando cada vez mais comuns entre esportistas comuns. Resultado? Ao insistir no treino, os atletas experimentam a piora dos sintomas e a consequente queda de rendimento.

Os dados indicam que 21% dos fundistas de elite sofrem uma fratura de estresse ao menos uma vez na vida, com a maioria ocorrendo no osso da tíbia, e essa probabilidade aumenta de duas a três vezes no caso de atletas do sexo feminino,  já que os baixos níveis de estrogênio dificultam a absorção de cálcio e resultam na “tríade da mulher atleta“.

“De fato, se analisarmos as evidências das ações de vitamina D no músculo com base em estudos recentes, há uma profunda ligação entre a deficiência de vitamina D com a fraqueza muscular e a sarcopenia. Os efeitos da vitamina D na função metabólica muscular ocorre, especificamente, na sensibilidade à insulina. A insulina é um hormônio anabólico extremamente importante para a manutenção da massa muscular” – conclui o endocrinologista e médico do esporte, Dr. Guilherme Renke.

Geralmente, os atletas mais afetados pelos baixos níveis de cálcio no organismo e, portanto, mais suscetíveis a lesões musculares e fraturas ósseas, são aqueles:

  • “Atletas que não têm por hábito consumir alimentos ricos em cálcio”;
  • “Atletas que estão sempre buscando perder peso (especialmente em esportes com categorias por peso ou que valorizam a estética longilínea)”;
  • “Atletas que suam excessivamente (o suor leva à perda de cálcio)”;
  • “Atletas de modalidades esportivas praticadas em ambientes fechados e em locais frios, com pouca exposição ao sol”.

Principais benefícios da vitamina D e cálcio para atletas

– Desenvolvimento da força muscular;

– Aumento do consumo máximo de oxigênio;

– Recuperação do músculo;

– A vitamina D favorece a capacidade do organismo no processamento do açúcar e reduz o risco do diabetes do tipo 2;

– Auxilia na saúde cardiovascular;

– Estimula a saúde hormonal, regulando a produção adequada de testosterona para os homens e estrogênio nas mulheres;

– Melhora a performance mental, contribuindo para o desenvolvimento da memória;

– Ajuda no ganho de massa muscular;

– Melhora do metabolismo e da perda do peso, ajudando no combate à obesidade.

Onde podemos encontrar esses nutrientes?

                Alimentação Leite de vaca, iogurtes, queijos diversos, tofu, fígado, vegetais escuros, farelos, castanhas, peixes, shimeji etcExposição à luz solar
A exposição ao sol ajuda a regular a quantidade de vitamina D no organismo, aumentando a absorção de cálcio no organismo. 
Suplementação vitamínicaProcure orientação médica para reposição dos níveis ideais em cada idade.            

Fechando o diagnóstico…

Da mesma forma que a maior parte da população mundial, os atletas comuns ou de elite não estão isentos dos riscos causados pela deficiência de vitamina D no organismo, pelo contrário, estão ainda mais expostos ao risco de fraturas e lesões graves, uma vez que, além de proporcionar a regulação do cálcio no organismo, na saúde óssea e força muscular, a vitamina do Sol se mostra de extrema importância para o desempenho esportivo e potencialização cardiovascular. A suplementação dos níveis ideais de Vitamina D podem variar de 400 a 50.000UI e deve sempre ser feita com acompanhamento. Procure seu médico para avaliar a necessidade individual ou não de reposição. Não pratique automedicação. 

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Densitometria óssea: Como anda a saúde dos seus ossos?

O exame é fundamental para revelar os perigos escondidos por trás dos sintomas silenciosos da osteoporose e das fraturas inesperadas

Você pode até não perceber, mas enquanto lê esse artigo, os ossos do seu corpo estão se modificando. E só para ter uma ideia do que essa mudança significa, a cada 10 anos, a estrutura óssea do corpo humano é substituída completamente.

Até os 20 anos de idade, ainda continuamos ganhando massa óssea e depois dos 40, a velocidade com que começamos a perdê-la aumenta.

Imagine que as células ósseas estão divididas em dois times: de um lado os osteoclastos e de outro os osteoblastos, e que o grande objetivo desta gincana esquelética é completar o ciclo de renovação dos ossos.

O primeiro time, o dos osteoclastos, tem a função de promover a absorção de minerais, eliminando áreas de tecido ósseo e criando cavidades que depois serão preenchidas. A partir desse momento, as cavidades ósseas passam a ser completadas pelo segundo grupo, os osteoblastos, que devem trabalhar para transformá-las em ossos novos, usando parte do cálcio que foi absorvido, com a ajuda da vitamina D, pelo nosso organismo. 

E por que você precisa saber disso?

Porque a saúde óssea de homens e mulheres têm suas diferenças

Quando o assunto é justamente a dinâmica realizada pelos osteoclastos e osteoblastos para a manutenção da nossa saúde óssea, devemos ter em mente as diferenças e particularidades metabólicas entre homens e mulheres.

O desequilíbrio que existe entre o desgaste e a renovação dos ossos para a saúde das mulheres, se inicia a partir dos 35 anos de idade. 

Diante de constantes e significativas mudanças hormonais que acompanham o período pré ou pós menopausa, a perda e o ganho de massa óssea acabam sendo uma consequência direta da queda, de forma acentuada, do hormônio estrogênio, muito importante para a fixação do cálcio nos ossos. Por isso, é comum que mulheres desenvolvam “osteoporose pós-menopáusica”, ou seja, após o início do período da vida entendido como menopausa.

Já nos homens, o esqueleto se mantém praticamente intacto até os 40 anos. E a explicação para tal resistência se deve ao fato do hormônio masculino, também conhecido como testosterona, barrar o desgaste ósseo, que tem suas taxas diminuídas aos poucos, diferentemente do metabolismo feminino. Entre as consequências comuns na saúde óssea masculina, estão as fraturas osteoporóticas que costumam ocorrer de forma mais preocupante após os 70 anos. 

É por isso que o acompanhamento médico e o exame periódico de densitometria óssea são fundamentais para saber a quantas anda a saúde do nosso esqueleto. Os sinais da osteoporose quase nunca aparecem antes da primeira queda ou fratura.
Não à toa, ela é conhecida por ser uma doença silenciosa. 

Se essa é uma preocupação pra você, continue com a gente. 

O que é densitometria óssea e qual sua função para a saúde do nosso esqueleto?

A densitometria óssea é o exame realizado para medir a densidade mineral dos ossos, de quatro áreas diferentes do esqueleto – coluna lombar, fêmur proximal (quadril), rádio (punho) e corpo inteiro – através do cálculo da concentração de cálcio e da comparação com padrões de idade e sexo de cada paciente.

É também considerado o método mais seguro para o diagnóstico de doenças nos ossos, como a osteopenia e a osteoporose em mulheres na fase pré ou pós-menopausa, acima dos 40 e 65 anos e homens acima dos 70 anos. Além disso, o exame é indicado para crianças e adolescentes até os 20 anos para medir o crescimento e o desenvolvimento ósseo, massa magra e massa gordurosa, e ainda detectar casos de raquitismo infantil

O exame, feito em aparelhos sofisticados, é altamente indicado: é rápido (dura cerca de 5 minutos), produz até 10 vezes menos radiação que um raio X comum do tórax e não dói.

“A grande vantagem da densitometria óssea é justamente a capacidade de detectar a perda mineral em um estágio inicial, quando ainda não pode ser visualizada pelo exame de raios X”.

Como é feito o exame de densitometria?

O paciente veste uma roupa própria fornecida pela clínica e deita na maca do aparelho denominado densitômetro, e depois posiciona seu corpo de acordo com a necessidade do exame, alinhando a pelve à coluna. Às vezes as pernas são colocadas flexionadas sobre um suporte ou esticadas ao lado desse suporte.

A máquina então passa sobre a área de interesse emitindo radiação para captar e digitalizar a imagem dos ossos. O aparelho fica bem afastado, portanto não causa desconforto para quem tem problemas como claustrofobia. O procedimento é rápido (duração máxima de 15 minutos) e totalmente indolor. Os resultados são praticamente instantâneos, geralmente emitidos logo em seguida.

No dia do exame, não é indicado o uso de colares, joias, pulseiras e sutiãs com aros de ferro. Não é necessário jejum, mas atente para algumas substâncias que não podem ser ingeridas:

  • Comprimidos contendo cálcio nas 24 horas antes do exame;
  • Pílulas de vitaminas ou suplementos minerais na manhã do exame;
  • Contraste utilizado em exames de imagem.

*As informações desta seção foram retiradas do Portal Dr. Drauzio Varella

Quem deve fazer Densitometria Óssea?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o exame de densitometria óssea seja realizado nos seguintes casos:

  • Mulheres de 65 anos ou mais e homens de 70 anos ou mais;
  • Mulheres com mais de 50 anos com fatores de risco para fratura (como falta de vitamina D e doenças inflamatórias intestinais como a doença de Crohn) ou dois fatores relacionados ao estilo de vida (como tabagismo, sedentarismo e consumo de álcool em excesso). Se o exame for normal, deve ser repetido a cada cinco anos;
  • Fratura em indivíduos maiores de 50 anos, para determinar a gravidade da ocorrência;
  • Adultos com comorbidades, como artrite reumatoide, lúpus e espondilite anquilosante, ou que fazem uso crônico de medicamentos que podem estar associados à perda de massa óssea (como corticoides);
  • Para avaliação da possibilidade de suspensão de terapia de reposição hormonal em mulheres em menopausa;
  • Evidência de osteoporose em radiografia simples.


    *As informações desta seção foram retiradas do Portal Dr. Drauzio Varella

Tratamento e prevenção

Segundo recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a prevenção à osteoporose deve ser iniciada logo na infância e adolescência, sendo mantida até a fase adulta. Além do mais, o acompanhamento médico é de fundamental importância, especialmente para orientações quanto ao uso e dosagem de cálcio quando há a necessidade de suplementação, seja para prevenção ou tratamento.

Entre as principais indicações estão:

  • Fazer o uso de cálcio e vitamina D;
  • Realizar exames de prevenção regularmente, especialmente após os 40 anos;
  • Tomar banhos de sol diários;
  • Ingerir leite e derivados;
  • Praticar exercícios físicos;

Eliminar fatores de risco como o álcool e o cigarro;

Conte sempre com Malacal, cálcio na sua melhor forma. Malacal é um suplemento vitamínico mineral para suprir as necessidades diárias de cálcio e vitamina D do seu organismo.

AO PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
NÃO PRATIQUE AUTOMEDICAÇÃO.

CONCLUINDO…

Acompanhar de perto a saúde dos ossos é parte fundamental no cuidado diário em todas as fases da vida, em especial, para mulheres que já atingiram o marco orgânico da menopausa, quando naturalmente ocorre a queda da capacidade de absorção de cálcio e vitamina D. Quando passamos a cuidar de nós, estamos investindo não apenas na prevenção de doenças, como também em mais tempo e qualidade de vida.  Não subestime a osteoporose e suas complicações. Procure seu médico. Faça o acompanhamento anual. 

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Alfabeto do Cálcio: Tudo o que você precisa saber, de A à Z, sobre o mineral

Mesmo atuando em diferentes posições, o cálcio ainda é conhecido somente por sua grande contribuição à saúde óssea. Descubra outras importantes funções da substância no organismo humano.

Estimativas apontam que 1% a 2% do peso corporal de um adulto está na forma de cálcio, sendo 99% desse total presente apenas nos ossos e dentes de uma pessoa. 

Entretanto, mesmo antes de atingirmos mais idade, este importante mineral já se encontrava em nós, sendo o principal responsável pelo pleno desenvolvimento e crescimento dos nossos ossos já na barriga da mãe, muito antes de virmos ao mundo. 

Imagine que seu corpo é como uma grande e potente máquina em movimento que, para funcionar a pleno vapor, necessita da robustez e do encontro de outros eixos que colocam as engrenagens para rodar. O cálcio tem exatamente essa função: dar força e resistência aos ossos, prevenindo panes nos eixos ósseos e realizando a constante manutenção das engrenagens do organismo, ou seja, nossas células . 

Mas o que muita gente não imagina ou mesmo não sabe, é que o cálcio é também responsável por uma outra porção de funções essenciais à boa saúde do corpo. São tantas somadas aos seus inúmeros benefícios, que dá até pra criar uma lista de A à Z com todas elas. E foi isso que nós fizemos. Confira:

Alimentos ricos em cálcio: A boa saúde dos ossos está inteiramente ligada aos hábitos alimentares saudáveis, especialmente à ingestão diária e adequada de cálcio, fósforo e vitamina D, que precisa ser estimulada desde os primeiros anos de vida. Hortaliças de folhas verdes escuras como couve, brócolis, folha de mostarda e soja; peixes e frutos do mar como sardinha, salmão, moluscos e algas; além de oleaginosas como nozes, amêndoas e gergelim; leite e seus derivados, tofu e ovos são alguns dos alimentos ricos em cálcio para incluir na rotina.

Benefícios do mineral para o organismo: O cálcio desempenha um importante papel na mineralização óssea do corpo humano, desde a formação até a manutenção dos ossos, dentes e músculos. É por isso que o mineral é essencial para o crescimento e desenvolvimento de bebês, crianças e adolescentes. Além disso, o cálcio atua no transporte de nutrientes das células, ativação e liberação de enzimas, coagulação sanguínea, secreção hormonal,  transmissão de impulsos nervosos, contração muscular e regulação da função muscular cardíaca.

Crianças também necessitam de cálcio: O baixo consumo alimentar de cálcio e a falta de vitamina D tanto na infância quanto na adolescência são responsáveis por causar um déficit de crescimento e desenvolvimento tardio durante a puberdade, com maiores chances de desenvolver sobrepeso ou obesidade, aparecimento de doenças ósseas e fraturas com maior frequência, além de osteoporose na fase adulta.

Dose diária correta: O ideal é que crianças de 1 a 3 anos consumam 700 mg de cálcio por dia. Já as de 4 a 8 anos, 1.000 mg. Dos 9 aos 18 anos, deve-se ingerir 1 300 mg do nutriente. A partir dos 19 até os 70, a meta volta aos 1.000 mg diariamente. Mulheres acima dos 51 anos e homens acima dos 71 anos precisam aumentar a quantidade para 1.200 mg diários. (Fonte: O mapa do consumo de cálcio)

Excesso de cálcio no organismo: Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Como tudo na vida, precisamos de moderação. E com a ingestão de cálcio não seria diferente. O excesso do mineral no organismo pode ocasionar pedras nos rins, calcificação e entupimento dos vasos sanguíneos, trombose e até AVC, seja pela ingestão de cálcio de origem mineral ou também pelo uso de suplementos alimentares sem as devidas recomendações médicas. Além disso, ao ultrapassar os níveis diários, é possível que haja a redução de outros minerais essenciais à saúde, como o magnésio.

Funções ósseas e celulares: O cálcio é um dos sais minerais mais importantes para a formação dos nossos dentes, ossos e músculos e para a manutenção do organismo como um todo. Auxilia na contração muscular, coagulação do sangue, transmissão de impulsos nervosos e também na secreção de hormônios.

Gorduras saturadas impedem a absorção pelos ossos: Segundo especialistas médicos, os ácidos graxos saturados de cadeia longa, encontrados na manteiga e em carnes gordurosas, são um tipo específico de gordura que faz com que o cálcio seja liberado pelas fezes ao invés de serem absorvidos corretamente pelos ossos. Quando chega ao intestino, a placa de gordura forma uma substância chamada oxalato, que acaba se ligando às moléculas de cálcio, formando um complexo insolúvel que é excretado nas fezes.

Horários corretos para se expor ao Sol:  Para aumentar a absorção de cálcio e fósforo pelo corpo, precisamos estimular a produção de vitamina D, que diferentemente de outras vitaminas, é a única que pode ser produzida pelo nosso organismo. Para isso, o ideal é tomar sol, sem filtro solar, com a exposição de pernas, braços e tronco por pelo menos 20 minutos ao dia,  entre às 10h da manhã e 16h da tarde.
Pessoas de pele morena ou negra devem se expor no mínimo 30 minutos e no máximo 1h. Quanto mais escura a pigmentação da pele, mais difícil se torna sua absorção.

Insuficiência de cálcio: Quando há a ingestão insuficiente de cálcio, o próprio organismo retira uma porção do reservatório ou do esqueleto para controlar a distribuição do mineral  e suprir as diferentes necessidades e funções do nosso corpo. Os hormônios PTH, ou o hormônio da paratireóide, a calcitonina – a forma ativa da vitamina D – são os responsáveis por cuidar da redistribuição de cálcio no organismo.

Justo quando a idade chega os níveis de cálcio diminuem:  Engana-se quem pensa que a prevenção da osteoporose deve começar somente na fase adulta. Segundo o Dr. Drauzio Varela,  o ideal é começar a se prevenir ainda na adolescência, quando o esqueleto está construindo massa óssea, em um processo que só terá atingido seu equilíbrio aos 20 anos. Depois, a estrutura começa a enfraquecer e, a partir dos 40 anos, inicia-se a faixa de risco de osteoporose, quando a suplementação de cálcio é recomendada para mulheres e homens.

Leite e derivados: Além dos demais alimentos ricos no mineral, que citamos logo no começo do texto, o leite e seus produtos derivados são considerados as principais fontes dietéticas de cálcio. Isso porque esse grupo alimentar, os laticínios, apresentam maior biodisponibilidade, ou seja, maior velocidade de quebra e absorção do nutriente pelo organismo. São eles: a manteiga, diferentes tipos de queijo, requeijão, creme de leite, iogurte natural, mussarela de búfala etc.

Mulheres na menopausa precisam estar atentas à reposição mineral: Depois dos 45 anos, é comum a chegada da menopausa e com ela as mulheres devem redobrar os cuidados com a saúde, pois a alteração hormonal acaba afetando a absorção de cálcio pelos ossos, podendo provocar doenças como  osteoporose ou osteopenia. Faça o acompanhamento ginecológico anual e a densitometria óssea.

Números do consumo de cálcio no Brasil: Segundo Mapa do Consumo de Cálcio no Brasil e dados da Fundação Internacional de Osteoporose, brasileiros de 10 a 18 anos consomem de 521 mg a 565 mg de cálcio quando deveriam ingerir 1300 mg. Com média de 505 miligramas, o Brasil está na 28ª posição de consumo inadequado de cálcio por dia. Isso significa que 10 milhões de brasileiros são afetados pela osteoporose devido à má ingestão de cálcio.

Ossos e músculos mais fortes: Nossa estrutura esquelética e movimento corporal só são possíveis graças à sustentação que os músculos e os ossos proporcionam ao corpo humano. E a fonte e o armazenamento de cálcio no organismo são os elementos responsáveis por orquestrar tudo isso: desde a mineralização dos ossos à constante contração dos músculos. Daí a necessidade de repormos a quantidade de cálcio gasta nas funções físicas do dia a dia através da alimentação balanceada ou reposição mineral. 

Problemas que podem ser evitados: A osteoporose é a principal consequência da insuficiência de cálcio e é conhecida por ser uma doença silenciosa. Isso porque a falta de nutrientes pode demorar a apresentar sintomas, mas ainda assim prejudicar os ossos e a formação de músculos. Segundo o Ministério da Saúde, 50% das mulheres e 20% dos homens com idade igual ou superior a 50 anos sofrerão uma fratura osteoporótica ao longo da vida.  Por isso a prevenção e o diagnóstico precoce são tão importantes.

Quebra constante dos ossos pode indicar falta de cálcio: Ossos frágeis e quebradiços são evidências claras da insuficiência do mineral no organismo, especialmente após os 50 anos. Devido à baixa absorção de cálcio e consequente perda progressiva de massa óssea, fraturas do antebraço, das vértebras e quadril acabam se tornando parte da rotina de quem sofre de osteoporose e podem acontecer durante atividades do dia a dia, ou mesmo com o simples tossir ou ao se curvar.

Refrigerantes inibem a absorção de cálcio: Os refrigerantes, além dos altos valores de corantes e conservantes, contém grandes quantidades de fósforo, que inibem a absorção de cálcio pelo nosso corpo. O fósforo aumenta a liberação do paratormônio, um hormônio que controla a quantidade de cálcio nas células e também nos ossos. Quando elevado, o paratormônio acaba mobilizando mais cálcio para a corrente sanguínea, o que leva à uma descalcificação dos ossos.

Suplementação de cálcio: Indicada quando há carência do mineral no organismo, a suplementação de quaisquer nutrientes, em especial do cálcio, deve ser feita de forma criteriosa e sempre com orientação médica. A falta de cálcio pode ocasionar espasmos nervosos e musculares, enfraquecendo os ossos e facilitando o surgimento de fraturas recorrentes em razão de doenças como o raquitismo ou osteopenia, condição anterior à osteoporose. Quando em excesso, também é prejudicial à saúde. Procure orientação médica para reposição de acordo com as suas necessidades específicas e os níveis ideais em cada idade.

Tempo de cuidar de si: Manter uma rotina de cuidados é essencial para manter a saúde dos ossos, levando sempre em conta as necessidades e particularidades em cada idade, das crianças ao vovô. Faça o acompanhamento médico anual e todos os exames preventivos. A Densitometria Óssea, por exemplo, é o exame usado para avaliar, de forma precoce e precisa, a densidade mineral dos ossos do paciente, em especial, se há ganho ou perda da massa óssea e possíveis diagnósticos de osteoporose e raquitismo.

União de boa alimentação, suplementação e bons hábitos: Essa é a receita da longevidade e da boa saúde para seus ossos. Como vimos ao longo deste artigo, há uma variedade de alimentos ricos em cálcio para serem incorporados no consumo do dia a dia junto aos níveis ideais recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O ideal é consumir de 800 a 1.200 mg de cálcio, o equivalente a quatro porções de leite (um copo de 250 ml contém 268 mg do mineral). 

Vitamina D como aliada da saúde óssea: Exercendo um importante papel no processo de fixação, regulação e absorção do cálcio e do fósforo pelo nosso organismo, a vitamina D ajuda a fortificar os ossos, dentes e músculos em todas as idades, assim como o sistema imunológico, contribuindo para o envelhecimento saudável e a prevenção de várias doenças ósseas, como a osteoporose e o raquitismo, especialmente de mulheres no período da menopausa. Dez minutos diários de exposição ao Sol, antes das 10h ou após às 16h, é o suficiente.

X da questão: Não leve dúvidas para casa, converse com o seu médico, acompanhe nosso blog e certifique-se que as informações são verificadas. 

Zelo por sua saúde sempre: Cuidar de si mesmo é uma tarefa de amor. Acolha as mudanças que naturalmente surgem com o passar dos anos, mas sem nunca se esquecer que é possível viver com saúde e plenitude, levando o exercício do autocuidado como uma bonita missão de viver bem e sempre melhor. 

Finalizando

Deu pra perceber que o cálcio é mesmo um perfeito coringa para o bom funcionamento dos ossos e órgãos do corpo. Seja atuando à frente da saúde óssea, seja na dianteira das funções celulares, é inegável que o mineral é fonte inesgotável de benefícios e por essa razão deve ser incluído diariamente na dieta alimentar ou obtido pela suplementação mineral com orientação médica. Por isso, conte sempre com Malacal, cálcio na sua melhor forma.

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Porque tomar vitamina D pode ajudar a regular a saúde do seu intestino

Estudo recente mostra que mulheres que se expuseram mais aos raios solares aumentaram a diversidade de bactérias da flora intestinal.
Cidadãos que vivem em regiões mais frias, como nos países nórdicos, podem sofrer menos com os danos causados pela exposição excessiva ao sol e o risco de desenvolverem câncer de pele. É verdade. Por outro lado, essas mesmas pessoas acabam ficando mais propensas a apresentar deficiência de um importante nutriente: a vitamina D.

A falta de vitamina D no organismo traz uma série de riscos e danos à saúde e afeta, aproximadamente, 1 bilhão de pessoas no mundo. Mas o que muita gente não sabe, é que a baixa exposição aos raios solares,  principal fonte de vitamina D para o organismo, pode influenciar também na saúde do intestino.

Um estudo inédito publicado em 2019 apontou, pela primeira vez, que a exposição aos raios solares do tipo UVB altera positivamente a microbiota intestinal, que é o conjunto de bactérias e outros micro-organismos que ajudam nosso corpo em diferentes funções, desde a absorção de nutrientes ao fortalecimento do sistema imunológico.

E pra que isso aconteça, precisamos contar com a ação da vitamina D, que atua no “meio de campo” para que essa série de processos fisiológicos do corpo possam acontecer.

Sua flora intestinal merece mais atenção

Junte a informação acima às dietas cada vez mais pobres em nutrientes e o uso de antibióticos e teremos um potencial motivo que explique porque os índices de doenças inflamatórias, como esclerose múltipla e Doença Inflamatória Intestinal, têm crescido tanto nos países desenvolvidos nos últimos anos.

Ou seja, se você costuma encarar a ida ao banheiro como algo necessário e como um grande alívio só quando a “coisa aperta”, saiba que está deixando de dar a devida atenção não só à sua saúde intestinal, mas à sua saúde como um todo.  

Quando falamos em hábitos saudáveis e cuidados que devem ser tomados na rotina nossa de cada dia, também estamos falando sobre o funcionamento (como um “reloginho”) do intestino. A composição da microbiota intestinal tem sido associada ao desenvolvimento de diversas doenças – não apenas as infecciosas como também aquelas que têm relação com alguma inflamação de pequeno grau.

E mais uma vez a vitamina D entra em campo para atuar nesse processo. Através da exposição aos raios solares UVB, nossa pele é estimulada a produzir vitamina D, o que resulta na alteração da microbiota intestinal. É o que veremos a seguir.

O estudo

Um estudo realizado por pesquisadores da University of British Columbia, em 2018, e publicado pelo periódico científico Frontiers in Microbiology, contou com 21 mulheres brancas, com idades entre 19 e 40 anos. Elas foram recrutadas em Vancouver, no Canadá, e divididas em dois grupos:

  • O primeiro grupo formado por 9 mulheres, tomou suplementos de vitamina D por 3 meses antes do estudo;
  • Já o segundo grupo, formado por 12 mulheres, não tomou o suplemento de vitamina D durante o mesmo período.

Após passarem por três sessões semanais de exposição controlada aos raios UVB, as voluntárias fizeram uma bateria de exames de sangue e fezes para detectar alterações na microbiota intestinal na presença de vitamina D no organismo. 

O resultado: Além dos níveis de vitamina D se normalizarem, a diversidade da flora intestinal das voluntárias também aumentou, como explica o pesquisador Bruce Vallance, líder do estudo.

“Antes da exposição ao UVB, essas mulheres tinham uma microbiota intestinal menos diversificada e equilibrada do que aquelas que tomavam suplementos regulares de vitamina D. A exposição ao UVB aumentou a riqueza e a uniformidade de suas microbiotas.” 

Para finalizar, Vallance completou: “É provável que a exposição à luz UVB de alguma forma altere inicialmente o sistema imunológico. Depois, percebem-se mudanças mais sistêmicas, o que torna o ambiente intestinal mais favorável para as diferentes bactérias”.

Com as novas descobertas, o cuidado com doenças autoimunes e inflamatórias como Esclerose Múltipla e Doença Inflamatória Intestinal – associadas à mudanças no estilo de vida e indivíduos com menor exposição ao Sol e maior queda na produção de vitamina D -, se torna ainda mais precioso para evitar a deterioração da microbiota intestinal. 

Por essa razão, os autores por trás do estudo publicado no Frontiers in Microbiology reforçam a importância do uso de suplementos de vitamina D e a exposição à luz solar para maior absorção do nutriente.

Concluindo

Apesar dos resultados preliminares – que devem ser repetidos em uma amostra com maior variedade de voluntários, homens e mulheres, de diferentes tipos de pele -, em que ainda não é possível concluir a quantidade necessária de exposição ao Sol para a produção de vitamina D, os resultados são animadores. Afinal, a descoberta de que a vitamina D é importante para a saúde do nosso intestino, só reforça a necessidade de dedicar alguns minutos do dia para estar em contato com os raios solares e a vida ao ar livre.

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5 Fatos que você não sabia sobre seus ossos

Ora na função de uma caixa protetora para os órgãos mais delicados, ora na produção de células sanguíneas, seus ossos armazena sais e minerais e é responsável por sua movimentação e sobrevivência.

Você já imaginou como seria se olhar no espelho se, por acaso, não tivesse um esqueleto pra chamar de seu?

Um grande pedaço de carne molenga. Pois é, estranhíssimo, mas essa bizarra e inimaginável proximidade com as lesmas seria a definição perfeita do que nós viríamos a ser, caso não tivéssemos ossos que servissem de estrutura para o corpo humano. 

Ou seja, sem os ossos, os músculos não teriam nada para se apoiar. Daí o porquê de termos uma coluna vertebral: para dar estabilidade e estrutura ao corpo e, com isso, conseguir ficar em pé, sentar ou caminhar. 

Os ossos também são parte ativa do nosso corpo

Se você nunca chegou a se familiarizar com a anatomia esquelética humana antes, acharia no mínimo curioso saber, logo de cara, que os seus ossos estão vivos. 

Vivos? 

É. Basicamente, os ossos são definidos como um tecido vivo, complexo e dinâmico, já que contam com inúmeras células que precisam de sangue para funcionar e também se curar, e ao contrário do que imaginamos, eles não são apenas uma grande massa de cálcio e proteína que se torna engessada com o tempo. 

Na verdade, nossos ossos não param de se modificar e se renovar, mesmo quando deixamos de crescer. 

Conforme vamos envelhecendo, todo o impacto gerado sobre os ossos, ao longo da vida, vai causando sua deterioração, fazendo com que o corpo entre num processo chamado “remodelação de ossos”. O que, geralmente, acontece a cada quatro ou cinco meses. 

Entre outras importantes funções, o esqueleto também funciona como uma verdadeira caixinha, onde guardamos e protegemos alguns dos principais órgãos vitais, como o cérebro e os pulmões, e depositamos a reserva de cálcio e fósforo para manter os ossos saudáveis, além de trabalhar com a produção em massa de células sanguíneas. 

Já deu pra notar porque nosso esqueleto está sempre em ação, né? Quanto mais ativa for a pessoa, mais esse processo será constante e mais fortes ficarão os seus ossos. E se somente com essa rápida apresentação, o esqueleto humano serviu para despertar a sua curiosidade e te deixar interessado o bastante na leitura para chegar até aqui, você vai gostar ainda mais dos próximos 5 fatos que você não sabia sobre seus ossos.

 1- Bebês têm cem ossos a mais que os adultos

Segundo matéria para a revista científica estadunidense Popular Science, a professora-assistente de antropologia da Universidade Northwestern, que estuda osteologia humana há mais de uma década, Erin Waxenbaum, revela que bebês recém-nascidos podem chegar a ter até mais de trezentos ossos, quase cem a mais que um humano na idade adulta, que beira à casa dos duzentos. Duzentos e seis, para ser mais específico.  

Provavelmente, assim como nós, você deve estar se perguntando como é possível que quase cem ossos desapareçam, assim, do nada. Mas calma, o que parece uma abdução óssea por alienígenas, na verdade, não tem nada de surreal. Os ossos não se dissolvem ou simplesmente desaparecem, mas, sim, se fundem durante o nosso desenvolvimento.

Para que os bebês consigam se movimentar e ficar apertados dentro do útero sem se machucar, seus ossos ainda não contêm a quantidade ideal de cálcio e colágeno e estão mais para uma cartilagem flexível. O processo de ossificação da cartilagem só acontece, mesmo, a partir da primeira respiração do bebê fora da barriga da mãe e a fusão completa de todos os ossos só acaba no início da puberdade.

Ou seja, a evolução dos ossos começa muito antes de nascermos. 

2-A adaptação óssea do corpo feminino na gravidez

Não é incomum notarmos que o corpo feminino passa por inúmeras modificações e adaptações durante a gravidez da mulher. Inclusive, a de seu esqueleto. Para que a mãe possa abrigar durante toda a gestação e depois dar à luz ao bebê, ocorre a “frouxidão” e elasticidade das articulações da pélvis, possível graças à produção do hormônio chamado “relaxina”, que colabora com a dilatação na hora do nascimento.

A relaxina é descrita como um “hormônio mamífero polipeptídeo heterodimérico”, produzido no sistema reprodutivo feminino com grande efeito sobre colo do útero, músculos lisos, ligamentos e articulações, conforme artigo publicado no Scandinavian Journal & Science In Sports.

3- Tabagismo: o vilão da degeneração óssea

Entre a listagem de inúmeros malefícios causados à saúde amplamente conhecidos pela população, o tabagismo é, também, muito prejudicial aos ossos. Pesquisas mostram que  indivíduos que fumam têm maior predisposição ao aumento nas taxas de osteoporose, em razão da desnutrição dos ossos. 

Isso ocorre porque o tabagismo dificulta a absorção de vitamina D pelo organismo, o principal hormônio responsável por grande parte da transferência de cálcio para os ossos, resultando em uma perigosa degeneração óssea, com maiores riscos de fraturas devido à sua fragilidade.

Além do mais, o consumo de cigarros, principalmente durante o período de desenvolvimento máximo dos ossos e, após os trinta anos, interrompe a produção de estrogênio, responsável pelo aumento da capacidade de retenção de cálcio nos ossos, o que colabora no aumento, de até duas vezes, da perda de massa óssea. 

Um em cada oito casos de fratura de quadril ocorrem em pessoas fumantes, segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), além de fragilizar também os ossos da coluna e pulso.

4- Hióide: o osso solitário responsável pela evolução humana

 

Logo que nos vem à cabeça a imagem de um esqueleto humano, é comum imaginarmos todos os ossos interligados, sustentando o corpo por inteiro. No entanto, apesar de quase assertiva essa afirmação, é preciso nos lembrar da existência de um importante osso anatomicamente isolado dos demais: o solitário osso hióide.

Localizado entre as cartilagens da laringe, o osso hióide é destaque não apenas por figurar o centro da estrutura física de sustentação do pescoço, mas também por seu papel crucial ao longo da  história evolutiva do homem, que permitiu a adaptação e o desenvolvimento da fala humana através da articulação de sons complexos.

Ao atingirmos determinada idade, o desenvolvimento e as mudanças provocadas pelo osso hióide são importantes marcos cronológicos na tonalidade da nossa voz. A primeira queda física da voz ocorre em recém nascidos, já que possibilita a primeira forma de comunicação verbal. Uma nova queda ocorre na laringe em jovens do sexo masculino, durante a puberdade, gerando oscilações graves e agudas, típicas da saída da infância para o início da vida adulta. 

5. O osso mais forte do corpo não está na perna

Por muito tempo, o fêmur foi considerado pela maioria das pessoas como o osso mais longo e forte do corpo humano, devido à sua grande resistência à rupturas, assim como os maléolos, os ossos dos cotovelos. Entretanto, é preciso não se esquecer da surpreendente resistência maxilar, que faz da mandíbula, também conhecida como “maxilar inferior”, o osso mais forte do nosso corpo.

Além de maciço, é o único osso móvel do crânio, capaz de sustentar os dentes e se mover durante uma enorme quantidade de vezes durante a vida, resistindo aos movimentos repetitivos e significativos níveis de estresse. Sua rigidez e dureza excedem a de todos os outros ossos do corpo humano, sendo um dos únicos ossos a realizar suas funções de maneira simplificada e eficiente.

Finalizando

Como vimos, o esqueleto humano pode ser tão surpreendente quanto à abertura da caixa de Pandora, cheio de surpresas e curiosidades antes impensadas por nós. Se a princípio acreditávamos que os ossos não seriam tão dinâmicos quanto os órgãos e outros tecidos do corpo, hoje descobrimos que muitos são os atributos físicos notáveis que os ajudam a suportar o peso do corpo humano e transformá-lo em uma verdadeira máquina de movimentos, resistência e possibilidades.

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Osteoporose precoce: os cuidados com os ossos de nossas crianças

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Mitos e verdades. O que te contam sobre a menopausa que é, ou não, fato?

Ainda que seja um processo natural na vida da mulher, muita informação que não é verdade corre por aí e a gente vai desmistificar algumas delas.

Não é fácil. Não basta a forma como a sociedade trata o envelhecimento das mulheres em todo mundo, ainda temos que lidar com mitos que se perpetuam e, em muitos casos, causam desinformação e até medo naquelas que, por diversos motivos, não têm acesso à informações cientificamente embasadas sobre os processos naturais no ciclo de vida feminino.

E antes de nos aprofundarmos no assunto “menopausa”, é importante frisar que, assim como qualquer etapa de nossas vidas, em qualquer idade, é preciso o cuidado com nossa saúde e não praticar automedicação. Com essa atitude, podemos alcançar, de fato, mais qualidade de vida e uma melhor resposta às mudanças naturais que ocorrem com o passar dos anos. Portanto, procure se cuidar sempre, combinado?

Mulher, envelhecer é normal

Vai acontecer com todas e todos. Sim, pode ser que, por vaidade, a gente sinta um leve incômodo quando as marcas de expressão surgem na testa, quando um “pé de galinha” aparece no canto do olho ou quando os primeiros fios brancos despontam na cabeça.

Mas será que essa vaidade não é justamente porque vivem impondo um padrão de beleza e um “prazo de validade estético” nas mulheres? Ou será que esses sinais nos mostram que o tempo passou e nos levam à reflexão de “o que eu fiz da minha vida até agora?”

Em ambos os casos, tendemos a ver o passar dos anos como algo ruim, mas isso é muito mais um reflexo da imposição do mundo que nos cerca do que algo realmente nosso. Já percebeu como uma mulher 50+ bem resolvida é até matéria de programa de TV ou de site de variedades? Justamente por não aparentar ter a idade que tem? O natural seria uma pessoa, independente do gênero e sexo, com 50+ parecer com alguém… Ora veja só… 50+!

Estar bem com a sua idade não devia ser uma exceção, devia ser a regra. 

A temida menopausa

Antes de a gente seguir para o tema central do nosso artigo, vamos definir, rapidinho, o que é menopausa.

A partir da última vez que a mulher menstrua, tem início um processo desencadeado pelo declínio dos hormônios reprodutivos. Esse processo, chamado menopausa, pode durar até doze meses. Vale lembrar que não se trata de uma doença, mas sim uma parte do ciclo da vida. No entanto, existem alguns sintomas que causam incômodo nas mulheres e estes podem ser tratados com acompanhamento médico e hábitos saudáveis.

Segundo dados do do Hospital Albert Einsten, mais de 2 milhões de mulheres entram em menopausa no Brasil todos os anos. 

Mas por que existem tantos mitos sobre a menopausa?

Na sua maioria, eles estão relacionados à imagem da mulher e sua velhice perante uma sociedade machista. Diretores de TV, teatro e cinema, estilistas homens, escritores, fotógrafos e, também, consumidores, por muito tempo, e até hoje, tiveram uma visão que não condiz com a realidade de que uma mulher, saudável, feliz, realizada e tudo mais é, invariavelmente, jovem. Assim, a maioria dos mitos são até fatalistas, pois  desejam encenar uma “decadência da mulher” que não é verdadeira.

Para que você possa saber o que é fato e o que é mito sobre a menopausa, fizemos uma lista com os principais e mais difundidos deles, porque acreditamos que a informação é o primeiro passo para a solução de uma série de problemas. Vamos lá?

Mito: Toda mulher sente os sintomas da menopausa

Como dissemos, todo ano aqui no país, mais de 2 milhões de mulheres entram na menopausa. Ainda assim, existe um pequeno número delas que entram nessa fase sem sentir os principais sintomas relacionados a esse estágio da vida. Além disso, os sintomas podem variar de intensidade de mulher para mulher. Dito isso, não há nenhuma evidência que ateste que toda mulher sente os sintomas da menopausa, ou que todas sintam os mesmos sintomas, na mesma intensidade, etc, etc, etc.

Mito: A menopausa só chega nos 50 anos e às vezes nem chega

O relógio biológico não é tão preciso assim em nenhum ser vivo. Muitas mulheres podem entrar na menopausa entre os 50 e 55 anos, outras depois, até com 60 anos, outras antes, entre 45 e 49. E existem também os casos raros onde a menopausa pode ocorrer antes dos 40 anos em menos de um 1% das mulheres. 

Verdade: É comum sentir calores intensos

É comum que mulheres na menopausa sintam mais calor que o normal e sudorese noturna. Este é um sintoma que pode variar, mas podem ocorrer casos em que essa sensação de calor  é bastante desconfortável e até levar a quadros de perda de produtividade devido à dificuldade de concentração, alteração do humor, etc. 

Verdade: Cabelo, pele e unhas sofrem modificações durante a menopausa

Acontece que, nessa fase, ocorre a redução do hormônio estrogênio que, por sua vez, diminui a produção de colágeno. Por conta disso, a pele fica mais fina e aparecem mais rugas e os vasos sanguíneos ficam mais visíveis, também se acentua a queda de cabelo e o enfraquecimento das unhas. Estes são um dos casos onde a reposição hormonal é indicada nos quadros de menopausa. O que nos leva para o próximo mito… 

Mito. A reposição hormonal é o único tratamento possível para a menopausa

Falso. Primeiro porque só profissionais da saúde, após os resultados dos devidos exames, podem recomendar a reposição hormonal. De todo modo, a reposição é necessária quando a queda na produção de estrogênio possa causar alguma doença mais grave. Além disso, existem condições específicas que demandam a reposição como: obesidade, pressão alta, diabetes ou pré-disposição para câncer de mama. E é importante saber que existem outros tratamentos que dispensam a reposição de hormônios, como os fitoterápicos e atividades físicas combinadas com hábitos mais saudáveis de alimentação. 

Mito. A perda da qualidade de vida é inevitável e irrecuperável

Além de mito, é uma ideia cruel, né? Mas o fato é que não, a menopausa não vai roubar sua qualidade de vida. Com acompanhamento profissional, hábitos saudáveis e apoio, é possível ter – ou continuar tendo – e aproveitar o bom da vida de maneira saudável. Esteja atenta aos seus sintomas e trate sem demora daqueles que lhe causam mais incômodos.

Verdade. A menopausa está relacionada à queda na absorção de cálcio

Sim, nessa fase ocorre a queda da capacidade de absorção de cálcio, pois  a produção e ativação da vitamina D também decaem, o que pode resultar na perda da densidade óssea e osteoporose. Nestes casos, a regra de exposição saudável ao Sol, consumo de alimentos ricos em cálcio e suplementação vitamínica são as práticas mais recomendadas. 

Finalizando

Ao longo deste artigo, o nosso objetivo sempre foi o de conscientizar você de que fases da vida não devem ser temidas, mas respeitadas. Principalmente por você, que é dona do seu corpo, e por todas as outras mulheres, por uma simples questão de  nunca ser tarde para ouvir, entender, amar e acolher seus próprios ciclos com empatia.

É possível viver com a menopausa  e ter qualidade de vida e saúde, desde que tomados os devidos cuidados e que se sigam as orientações médicas. 

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Desvendando a menopausa. Entenda seu corpo nessa fase da vida.

Conheça o Malacal! 

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Osteoporose precoce. Os cuidados com os ossos de nossas crianças

Atenção para os cuidados e sinais que indicam que uma criança possa ter osteoporose precoce. 

O cálcio está entre os elementos mais importantes para o desenvolvimento das crianças. Ele é fundamental na formação e fortalecimento dos ossos e dos dentes e tem influência primordial no processo de crescimento das pequenas e pequenos.

Uma das doenças diretamente ligadas à falta de cálcio em nosso esqueleto é a osteoporose, deixando os ossos menos densos e, portanto, mais frágeis, tornando as pessoas mais suscetíveis à eventuais fraturas em caso de queda ou mesmo, quando nos quadros mais graves, uma simples topada num móvel.

No entanto, é comum associarmos a osteoporose à fases mais avançadas da vida adulta, a partir de eventos como a menopausa nas mulheres, por exemplo, ou o simples e natural fato de envelhecer. Porém, nos últimos anos, diversos estudos publicados onde é identificada a baixa densidade óssea em crianças e adolescentes vem ganhando destaque na comunidade pediátrica. 

Antes de prosseguir

É importante ressaltar que a ocorrência de osteoporose precoce em crianças é, relativamente, baixa. Mas é bom destacar, também, que independente disso, o cálcio é parte significativa de sua dieta pelos motivos que já destacamos acima, bem como outras vitaminas que têm papel considerável nas necessidades diárias das crianças, cabendo ao pediatra e nutricionista fornecer as orientações corretas para a dieta infantil e, claro, o respeito à fase de amamentação dos bebês.

O que pode causar osteoporose precoce em crianças?

Os médicos destacam dois fatores, sendo eles intrínsecos e extrínsecos e a doença pode se apresentar em duas classificações: primária e secundária.

Quais são os fatores intrínsecos da osteoporose?

  • Fatores hormonais;
  • Hereditariedade;
  • Pele branca;
  • Maior incidência no sexo feminino. 

Quais são os fatores extrínsecos da osteoporose? 

  • Maus hábitos alimentares;
  • Sedentarismo;
  • Doenças crônicas;
  • Uso de determinados medicamentos. 

Quanto às classificações, elas se dividem em primária e secundária pois a primeira é a causa, ou sintoma, já a segunda, se dá como consequência de outra situação, doença ou síndrome.

Osteoporose Primária

Hipofosfatemia

Hiperfosfatemia

Doença de Paget Juvenil

Homocistinúria

Osteoporose Pseudoglioma

Síndrome de Ehlers-Danlos

Síndrome de Marfan

Osteogênese Imperfeita 

Osteoporose Idiopática Juvenil

Osteoporose Secundária

Síndrome de Cushing

Hiperparatireoidismo, DM tipo 1

Atraso puberal, deficiência do hormônio do crescimento

Paralisia cerebral, imobilização prolongada, tetraplegia

IRC, Síndrome Nefrótica

Asma

Artrite Reumatóide Juvenil, Lupus Eritematoso Sistêmico, Dermatomiosite

Doença Celíaca, Doença de Wilson, Fibrose Cística, Cirurgia Bariátrica;

Desnutrição

Anorexia Nervosa

Além disso, o uso de medicamentos também estão dentro das causas secundárias para osteoporose infantil. O uso de medicações como glicocorticóides, fenobarbital, fenitoína, carbamazepina, pioglitazona, omeprazol, pantoprazol, antirretrovirales, heparina, levotiroxina, análogos do GnRH, entre outros, podem estar relacionadas com a baixa densidade mineral óssea. 

Como saber se uma criança tem osteoporose precoce?

Esse é um desafio para mães e pais. A maioria das crianças com osteoporose é assintomática e só em estágios mais avançados é possível identificar algum sintoma.

Entretanto, existem estudos que apontam a presença de cáries como sinal de baixa densidade óssea e também o número de ocorrências de fraturas ou má formação óssea. Mas acontece que nesses casos, ainda assim, são situações extremas. Por isso, é sempre aconselhado o acompanhamento médico para que os exames indicados possam ser realizados.  

Os médicos possuem critérios diagnósticos para identificar a baixa densidade óssea infantil, além de exames complementares como absorciometria com raio-x de dupla energia, radiografia da coluna e exames laboratoriais.

Critérios diagnósticos

– Baixa DMO (Densidade Mineral Óssea) por idade. DMO inferior a -2,0 da media de crianças da mesma idade e sexo.

– Uma ou mais fraturas de compressão vertebral na ausência de trauma de alto impacto (quedas, batidas, acidentes de carro, etc.) e de doenças na coluna;

– Baixa DMO mais duas ou mais fraturas de ossos longos até os 10 anos;

– Baixa DMO mais três ou mais fraturas de ossos longos até os 19 anos.

Como tratar uma criança com osteoporose precoce?

Após avaliação de médicos especialistas, a fim de identificar as causas da osteoporose infantil, são tomadas algumas atitudes junto com a elaboração de um tratamento adequado. A primeira delas é corrigir possíveis doenças base ou, se for o caso, tratar a desnutrição, suspender medicamentos que possam causar baixa DMO.

É considerada também a suplementação de vitamina D, a prática de atividades físicas e a exposição à luz solar.

E, no geral, é preciso estar atento às crianças e ter em mente que a incidência de osteoporose em crianças é baixa e isso não é motivo para privar os pequenos de brincar, correr e entender que, eventualmente elas podem cair e sofrer acidentes leves. É caindo que aprendemos a levantar.

É importante, sim, ter a devida cautela, cuidado e que algum responsável acompanhe os pequenos em suas aventuras. Isso faz parte da vida e participar desse processo é um privilégio. Aproveite!

Um convite pra você

Nosso blog é recheado de conteúdos como este e outros temas que se relacionam diretamente com uma vida mais saudável. 

E temos, também, um E-book com mais informações sobre a Vitamina D, sua importância na absorção do cálcio pelo organismo e tudo mais que você precisa saber.

 

Nos vemos no próximo artigo! Veja mais em nosso Blog

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Benefícios da Vitamina D, saiba como ela pode ser uma grande aliada da sua saúde mental

A Vitamina D tem um papel importante no bom funcionamento do corpo e da saúde mental. 

É ponto pacífico que, para o bom funcionamento do nosso organismo, precisamos de vitaminas, proteínas, sais minerais e outras substâncias que nos ajudam, e sempre nos ajudaram, ao longo de milhares de anos, em nosso desenvolvimento.

Vitaminas são importantes para a nossa progressão física e mental e através delas pudemos nos tornar mais fortes, com mais capacidade para resolver problemas e dominar processos que vão desde o cultivo de alimentos à criação de casas, ferramentas, domínio do fogo, etc.

Também não é novidade que a Vitamina D seja uma das protagonistas desse processo, com uma série de benefícios para o corpo e mente em todas as idades, como exemplificamos neste artigo sobre os 4 nutrientes que ajudam a cuidar da saúde emocional.

Mente sã, corpo são 

Uma máxima que pode parecer batida, mas que nunca deixa de ser verdade. Entretanto, uma questão que precisa ser levada em conta, para que essa citação valha na prática, é que o nosso cérebro que é, até onde sabemos, a casa da nossa mente, também precisa de nutrientes para seu funcionamento pleno.

Inclusive, é amplamente divulgado na comunidade científica, que a nutrição está relacionada ao desenvolvimento cognitivo das pessoas, sua capacidade de raciocínio, interpretação, resolução de problemas e pensamento crítico.

Por isso, estar com os níveis de vitaminas em dia é super importante para o nosso cérebro e, por consequência, nossa saúde mental, estar em pleno funcionamento e, então, contribuir para um corpo são e vice versa.

Qual a função da Vitamina D na saúde mental?

A Vitamina D é bastante conhecida por sua função de auxiliar o organismo a absorver o cálcio, um mineral de extrema importância para a saúde dos ossos e dos músculos, que ingerimos em nossa dieta (ou que deveríamos, quando isso não acontece, precisamos de suplementação). 

Com isso, é fácil pensar que a Vitamina D é responsável pela “força” apenas do nosso corpo, mas sua atuação no organismo vai além e, dentre suas atuações, está a manutenção do funcionamento do nosso sistema nervoso central.

Além disso, a deficiência de Vitamina D encadeia uma série de eventos que nos impactam físico e mentalmente a longo prazo e que podem evoluir para males mais graves tanto no aspecto físico para o emocional:

  • Sem a Vitamina D, nosso organismo vai ter mais dificuldades de absorver o cálcio para os ossos e nossos músculos também ficarão comprometidos. 
  • A consequência disso é fragilidade óssea e fraqueza muscular, o que pode ocasionar quedas e consequentemente  fraturas que afetam nossa mobilidade e autonomia. 
  • O medo de cair e, eventualmente sofrer uma fratura, impacta o nosso psicológico, nos levando a quadros de frustração e desânimo que podem evoluir para sintomas mais graves, como a depressão.

Ou mesmo males cujo a natureza é emocional, que são consequências da baixa presença de Vitamina D no organismo:

  • A Vitamina D atua no bom funcionamento do sistema nervoso central e tem, comprovadamente, influência em nosso humor;
  • Quando mal humorados, desanimados ou tristes, as pessoas perdem a vontade de sair de casa, ou mesmo do quarto, bem como não se animam para socializar;
  • Essa reclusão faz com que elas deixem de expor ao sol, simplesmente porque não querem sair, o que causa um ciclo vicioso onde a falta de vitamina D causa a depressão que causa o isolamento, impedindo que o corpo produza vitamina D. 

Vitamina D e depressão

Já foram publicados diversos estudos onde identificou-se a relação entre a falta de Vitamina D com depressão, esquizofrenia e transtorno afetivo sazonal, como este aqui em inglês. A hipótese levantada é que, como a Vitamina D é importante para a função cerebral, os níveis baixos podem influenciar no humor e outras doenças mentais.

No entanto, é importante ressaltar que só após avaliação clínica, psiquiátrica e psicológica, com os exames necessários, é possível diagnosticar o quadro de depressão e associá-la especificamente,  ou não, à falta de Vitamina D. 

Isso não elimina, também, a importância da atenção aos níveis da substância em nosso organismo, posto que ela é muito importante para a nossa saúde e bem-estar físico e mental. E vale lembrar, ainda, que o próprio ato de sintetizar Vitamina D no organismo contém práticas que ajudam no combate à depressão: 

  • Tirar um tempinho da manhã, entre 7h e 10h ou à tarde, entre 16h e 18h para se expor ao Sol ajuda o organismo a produzir Vitamina D e na melhora do humor. 
  • Fazer exercícios, aproveitando que você já está tomando um Sol, libera hormônios como as endorfinas, que promovem sensação de prazer e ajudam a eliminar produtos químicos presentes no sistema imunológico que podem agravar o quadro de tristeza e depressão

Vitamina D é importante

Quanto mais pesquisamos sobre, mais descobrimos o quão importante é a Vitamina D em nosso organismo e quão bem ela faz para a nossa mente. Recentemente, foram publicadas mais pesquisas que evidenciam a importantância da substância para nossa imunidade em tempos de Covid-19 e existem mais de 20 anos de ensaios e publicações científicas que colocam a Vitamina D como aliada importante para a nossa saúde mental.

Isso mostra como os bons hábitos, que muitas vezes são os mais simples, são benéficos para corpo e mente. A Vitamina D é produzida quando, simplesmente, nos expomos ao Sol e quando não é possível essa prática, existem suplementos de cálcio e Vitamina D, como o Malacal, que podem ajudar você a ter mais saúde e qualidade de vida. 

Um convite pra você

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Nos vemos no próximo artigo!